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Minas Gerais

Polícia investiga morte de mulher que viajou para encontrar homem em MG

Vítima viajou para encontrar homem com quem mantinha relação, foi sequestrada e encontrada morta em Jaíba (MG); três suspeitos foram presos

31/08/2026 10:01
Reprodução/Redes sociais
Polícia investiga morte de mulher que viajou para encontrar homem em MG

Belo Horizonte — A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga as circunstâncias da morte de uma mulher de 69 anos que viajou de São Paulo para o Norte de Minas para encontrar um homem com quem mantinha um relacionamento. O corpo de Ramona Irene Cuevas Martinez foi localizado nesse sábado (29/8), em Jaíba, após ela ficar desaparecida desde 17 de agosto.

Três homens, de 23, 25 e 53 anos, suspeitos de envolvimento no caso, foram presos. Segundo a PCMG, eles foram ouvidos pela 3ª Central Estadual do Plantão Digital e tiveram as prisões em flagrante ratificadas, a princípio, pelo crime de ocultação de cadáver.

Os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações prosseguem para esclarecer as circunstâncias, a motivação e a dinâmica dos fatos.

Corpo encontrado

O corpo de Ramona foi localizado pela Polícia Militar nesse sábado, em Jaíba. A perícia oficial da Polícia Civil foi acionada e realizou levantamentos técnicos, com identificação e coleta de vestígios no local.

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Após os trabalhos periciais, o corpo foi encaminhado ao Posto Médico-Legal (PML), onde será submetido a exames.

Ramona era moradora de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, e havia viajado para Manga, no Norte de Minas, para encontrar um homem com quem mantinha um relacionamento.

Conforme já revelou o Metrópoles, na coluna Na Mira, movimentações bancárias feitas após o desaparecimento da vítima ajudaram a localizar os suspeitos. Um dos envolvidos relatou que Ramona teria sido estrangulada e atingida na nuca com uma machadinha. O corpo teria sido levado para uma área de mata, onde os suspeitos tentaram queimá-lo antes de enterrá-lo em uma cova rasa.

A Polícia Civil, porém, ainda não confirmou oficialmente a causa da morte nem a participação individual de cada suspeito. Segundo a corporação, esses pontos continuam sendo apurados.