Padre presenteia papa Leão XIV com café especial de Minas
Natural do Centro-Oeste mineiro, sacerdote entregou café produzido em Pimenta ao pontífice. Em 2022, ele já havia presenteado o papa

Belo Horizonte — O tradicional cafezinho mineiro chegou ao Vaticano: natural do Centro-Oeste de Minas Gerais, o padre Patriky Samuel Batista presenteou o papa Leão XIV com um café especial produzido em Pimenta. O encontro ocorreu nessa quarta-feira (28/10), durante uma audiência geral na Basílica de São Pedro, em Roma.
Em entrevista ao Metrópoles, o religioso contou que a escolha do presente foi uma forma de valorizar a produção regional e homenagear as famílias que trabalham com o café.
“A ideia de levar o café foi por ser um produto da nossa terra, um produto de altíssima qualidade, e também lembrando as famílias produtoras de café”, explicou, nesta sexta-feira (30/10).
O padre, que tem quase 18 anos de sacerdócio, nasceu na zona rural de Pimenta e foi criado em Piumhi, município vizinho. Integrante da Diocese de Luz, ele também atuou como missionário na Amazônia e trabalhou durante seis anos na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), onde exerceu funções na secretaria de campanhas e na subsecretaria-geral adjunta.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesAtualmente, é pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Pimenta, onde atua há dois anos.
O sacerdote está em Roma acompanhado de um grupo de peregrinos de sua paróquia. A viagem faz parte das atividades do ano jubilar da comunidade, que se prepara para celebrar 175 anos de história em 2027.
“O encontro com o papa foi muito bom. Senti o papa bem disposto, ele andou bastante durante a audiência geral e saudou todos os que estavam presentes ali no Vaticano. Foi um momento muito especial”, relatou.
Queijo Canastra para o papa Francisco
Esta não foi a primeira vez que o padre mineiro levou um produto típico de Minas Gerais ao Vaticano. Em 2022, durante uma missão na CNBB, Patriky teve a oportunidade de conhecer o papa Francisco e presenteá-lo com um queijo Canastra, um dos produtos mais tradicionais do estado.
Na ocasião, o sacerdote explicou que escolheu a iguaria para representar suas origens e os municípios da região da Serra da Canastra.
“A experiência tanto do queijo como do café foi realmente uma experiência de fraternidade e de comunhão com toda a Igreja”, afirmou.






