Fábrica clandestina de bebidas adulteradas é fechada pela PM em BH. Veja vídeo

A PM encontrou garrafas de whisky e vodka, cheias e vazias, além de rótulos falsificados e maquinário para lacrar os produtos alcoólicos

atualizado

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Belo Horizonte — Uma fábrica clandestina de adulteração de bebidas alcoólicas foi fechada pela Polícia Militar nessa segunda-feira (23/3), na região centro-sul de Belo Horizonte (MG). Na ocasião, dois homens foram presos em flagrante.

De acordo com a corporação, o esquema funcionava em um imóvel onde os militares encontraram milhares de garrafas de whisky e vodka, cheias e vazias, além de rótulos falsificados e maquinário usado para lacrar os produtos.

Veja vídeo e fotos da ação:

 

Fábrica clandestina de bebidas adulteradas é fechada pela PM em BH - destaque galeria
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Os agentes encontraram garrafas cheias e vazias em um imóvel usado para cometer o crime
Bebidas de qualidade inferior eram misturadas aos produtos originais
Dois homens foram presos durante a ação
Os criminosos tinham um maquinário para lacrar as garrafas
A PM encontrou caixas de bebidas adulteradas
A PM fechou uma fábrica clandestina de bebidas em BH
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A PM fechou uma fábrica clandestina de bebidas em BH

Divulgação/PMMG
Os agentes encontraram garrafas cheias e vazias em um imóvel usado para cometer o crime
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Os agentes encontraram garrafas cheias e vazias em um imóvel usado para cometer o crime

Divulgação/PMMG
Bebidas de qualidade inferior eram misturadas aos produtos originais
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Bebidas de qualidade inferior eram misturadas aos produtos originais

Divulgação/PMMG
Dois homens foram presos durante a ação
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Dois homens foram presos durante a ação

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Os criminosos tinham um maquinário para lacrar as garrafas
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Os criminosos tinham um maquinário para lacrar as garrafas

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A PM encontrou caixas de bebidas adulteradas
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A PM encontrou caixas de bebidas adulteradas

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Imóvel onde funcionava o esquema clandestino
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Imóvel onde funcionava o esquema clandestino

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Aos policiais, um dos homens confessou que falsifica bebidas alcoólicas desde os 16 anos. Ele relatou que comprava garrafas usadas, principalmente em boates de São Paulo, por cerca de R$ 15, e reutilizava os recipientes para montar o produto falsificado.

Ainda conforme a polícia, o suspeito colocava pouca quantidade da bebida original nas garrafas e completava com uma versão mais barata, antes de lacrar e aplicar rótulos adquiridos pela internet.

O caso segue sendo investigado pela polícia.

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