Bombeiros encontram corpo de paulista que se afogou em cachoeira de MG
Turista paulistano de 45 anos morreu na Cachoeira do Zé Carlinhos em Delfinópolis após desaparecer durante passeio com grupo
atualizado
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Belo Horizonte – Bombeiros Militares do Pelotão de Passos, no Sul de Minas Gerais, resgataram na manhã desta segunda-feira (13/4) o corpo de Wellington Fonseca Cordeiro, turista paulistano de 45 anos, que se afogou na Cachoeira do Zé Carlinhos, em Delfinópolis. Quatro militares atuaram na operação e localizaram o corpo a cerca de 30 metros da margem, em uma profundidade de seis metros, após aproximadamente 20 minutos de buscas com mergulhos.
A vítima estava acampada nas proximidades da cachoeira com um grupo de onze pessoas. No domingo (12/4), por volta das 10h, após o café da manhã, o grupo se deslocou até o local. Wellington entrou na água durante o passeio e não retornou, desaparecendo na cachoeira. O Corpo de Bombeiros foi acionado ainda no domingo e realizou buscas até as 18h, sem sucesso. Os trabalhos foram retomados na manhã de segunda-feira, quando o corpo foi encontrado.
Após a liberação da perícia técnica, o corpo de Wellington Fonseca Cordeiro foi encaminhado ao serviço funerário de Delfinópolis.
Delfinópolis, a terra das cachoeiras
A cidade mineira, conhecida como um dos principais destinos de ecoturismo do estado, possui mais de 150 cachoeiras catalogadas em meio à Serra da Canastra. Apesar da beleza natural que atrai milhares de visitantes, os banhistas devem redobrar os cuidados para evitar tragédias.
O Corpo de Bombeiros recomenda as seguintes dicas de prevenção em cachoeiras:
- Nunca entre na água após consumir bebidas alcoólicas;
- Evite saltos de lugares altos ou de cabeça, pois o fundo pode esconder pedras e variações de profundidade;
- Não caminhe sobre pedras escorregadias ou em áreas não sinalizadas;
- Mantenha sempre supervisão constante, especialmente de crianças, e nunca nade sozinho;
- Respeite as sinalizações e observe mudanças na cor ou correnteza da água, que podem indicar risco de “cabeça d’água”.
