Sub-17: Brasil cai nos pênaltis para Portugal e disputará o 3º lugar
Seleção empata com Portugal no tempo normal, cai por 6 x 5 nas penalidades e agora disputa o terceiro lugar contra a Itália em Doha

Pela vaga na final da Copa do Mundo Sub-17, a Seleção Brasileira perdeu para Portugal nos pênaltis por 6 x 5, após empatar em 0 x 0 no tempo regulamentar, nesta segunda-feira (24/11), em Doha, no Catar.
Para o Brasil, Dell, Tiaguinho, Zé Lucas, Pacheco e Gabriel Mec marcaram, enquanto Ruan Pablo e Ângelo Cândido desperdiçaram as cobranças. Do lado português, Soares, Chelmik, Verdi, Pereira, Aragão e Neto converteram, e apenas Cunha errou o gol.
Agora, a seleção portuguesa disputará o título contra a Áustria, que venceu a Itália por 2 x 0. A final será no Estádio Lusail, na quinta-feira (27/11), às 13h (de Brasília). O Brasil, por sua vez, enfrentará a Itália na disputa pelo 3º lugar, no mesmo dia, às 9h30.
O jogo
O primeiro tempo foi equilibrado, com poucas chances para os dois lados. As equipes marcaram forte e dificultaram as finalizações. O Brasil chegou primeiro com Zé Lucas, aos 15 minutos, e depois quase marcou com Dell, mas Chelmik salvou em cima da linha. Portugal respondeu aos 28, em falta de Mauro Furtado defendida por João Pedro.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNa etapa final, o cenário se manteve: Brasil pressionando no campo ofensivo e Portugal bem postado defensivamente. Os europeus construíram a melhor chance aos 35, com Anísio finalizando por cima após receber de João Aragão. O Brasil respondeu aos 40, em voleio de Zé Lucas que passou muito perto, e seguiu pressionando nos minutos finais.
Nos pênaltis, os quatro primeiros cobradores de cada lado acertaram suas batidas. No quinto chute de Portugal, o goleiro Cunha cobrou por cima do gol, abrindo a chance para Ruan Pablo classificar o Brasil, mas o atacante acertou a trave.
Nas cobranças alternadas, os dois times marcaram a primeira. Depois, Portugal converteu a segunda, enquanto Ângelo, pelo Brasil, isolou a bola, e a Seleção acabou eliminada.











