
Mostafa Zico, do Egito, critica arbitragem: “Uma partida direcionada”
O atacante egípcio Mostafa Zico detonou a arbitragem do duelo contra a Argentina em entrevista

A Argentina venceu o Egito por 3 x 2, nesta terça-feira (7/7), em jogo válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. O resultado classificou a Albiceleste para as quartas de final. Após a partida, o atacante Mostafa Zico desabafou em entrevista e criticou a arbitragem da partida.
Ele acredita que a arbitragem foi tendenciosa e prejudicou os egípcios.
“O árbitro não foi bom, foi injusto. A injustiça dele foi clara. Nos perseguiu desde o início da partida. Não quer que a gente vença. Foi uma partida direcionada”, disse.
Zico afirmou que a partida foi direcionada.
“Queria muito dar alegria a eles (torcedores), mas peço desculpas. Não deu. Não foi nossa culpa. Parece que essa partida foi direcionada. Estávamos vencendo por 2 x 0, e ele veio para cima da gente. Parabéns à Argentina por mais uma Copa do Mundo, pelo jeito”, destacou.
“Em nenhum momento pensamos que a partida já estava decidida. Sabíamos que estávamos enfrentando a atual campeã do mundo. Antes mesmo de o jogo começar, já sabíamos que enfrentaríamos uma seleção muito forte e uma das favoritas ao título. Mas, se eles tivessem vencido apenas pelos próprios méritos, isso seria bem diferente para nós”, completou o atacante.
Na partida, o Egito teve um gol do próprio Mostafa Zico anulado por falta no início da jogada. O gol da virada da Argentina teve um possível pênalti para o Egito no começo da jogada, que foi ignorado pelo árbitro e sequer revisado pelo VAR.
O arqueiro egípcio que defendeu o pênalti de Messi, Mostafa Shobeir, também desabafou.
“Não consegui ver direito as imagens do VAR. Quem estava no banco tinha um notebook para rever os lances, e até agora não sabemos por que aquele gol (do Zico) foi anulado. De onde eu estava, no gol, não me pareceu falta. Mas vou rever as imagens quando voltar”, declarou.
Além disso, Shobeir também questionou o lance da virada da Argentina em que houve um possível pênalti em Hamdy Fathy.
“No último lance, também vi que a camisa do Fathy estava rasgada na lateral. Certamente ele não rasgou a própria camisa”, ressaltou.



