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Esportes

Melhor do mundo em 2020 sobre diagnóstico de autismo: "Superpoder"

Lucy Bronze, zagueira eleita melhor do mundo em 2020, recebeu o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em 2021

Mateus Arantes19/03/2025 09:53, atualizado 19/03/2025 10:51
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Harriet Lander - The FA/The FA via Getty Images
Foto colorida de Lucy Bronze, da Inglaterra - Metrópoles

Lucy Bronze, eleita a melhor do mundo em 2020, falou pela primeira vez sobre o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e TDAH. A zagueira de 33 anos do Chelsea definiu que o laudo o principal responsável pela sua longevidade no futebol.

“Tendo crescido como uma criança incompreendida, não quero isso para mais ninguém. As pessoas sempre dizem: ‘você é tão apaixonada por futebol’. Não sei se eu diria que sou apaixonada. Sou obcecada. Esse é o meu autismo“, disse Bronze, em entrevista à TV inglesa BBC.

“Algumas das outras garotas vão ficar tipo: ‘Você tem certeza que tem 33 anos? Por que não para?’ É só meu superpoder”, completou.

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Harriet Lander - Chelsea FC/Chelsea FC via Getty Images
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Catherine Ivill - FIFA/FIFA via Getty Images
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Justin Setterfield - FIFA/FIFA via Getty Images

O diagnóstico

  • Lucy Bronze recebeu o diagnóstico do TEA aos 30 anos, em 2021.
  • A jogadora teve dificuldade em se comunicar com outras pessoas no início da carreira. “Eu apenas observava Jill (companheiro de seleção inglesa) e pensava: ‘Ela fala com todo mundo, o que ela está fazendo? Vou copiar isso um pouco'”, disse.