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Esportes

"Mal interpretado", alegam advogados de Caboclo sobre caso de assédio

Representantes do dirigente afastados pediram arquivamento das denúncias no Comitê de Ética da CBF

Repórter de Esportes13/07/2021 20:11, atualizado 13/07/2021 20:15
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Lucas Figueiredo/CBF
Posse do Presidente Rogério Caboclo

Os advogados de Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF depois de acusações de assédio sexual e moral, alegaram que o dirigente foi “mal interpretado” no caso das gravações divulgadas. Segundo a defesa de Caboclo, a funcionária tinha “total controle” no momento em que os registros foram feitas. As informações foram divulgadas pelo portal “GE”.

Ainda segundo a publicação, os representantes legais do dirigente pediram o arquivamento da investigação no Comitê de Ética da CBF. A reportagem ainda destaca que a defesa de Caboclo entregou documento no último dia 7, contendo 62 páginas, que reconhecem que o cartola agiu fora do tom, mas nega as acusações de assédio sexual e moral.

Essa é mais uma manobra da defesa de Caboclo, que se recusou a depor na Comissão de Ética da CBF por alegar arbitrariedade da entidade. O presidente afastado era esperado para dar um depoimento na última sexta-feira (9/7), mas não compareceu por entender que o órgão é “parcial” e “arbitrário” e está “repleto de vícios e nulidade”.

Rogério Caboclo está afastado das funções desde o dia 6 de junho, após a divulgação dos áudios que mostram a conversa entre o cartola e uma funcionária da CBF.

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