Inter de Milão lamenta morte do ídolo Sandro Mazzola, aos 83 anos
Sandro Mazzola atuava como meia-atacante e foi ídolo Inter de Milão, da Itália. Além disso, conquistou a Eurocopa de 1968 com a Azzurra

Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão, faleceu neste sábado (19/9), aos 83 anos. O italiano atuava principalmente como meia atacante e segundo atacante. Mazzola foi jogador de um clube só e defendeu a camisa Nerazzurri da Inter de Milão por 17 anos. O clube anunciou o falecimento do ídolo, que marcou 162 gols pelo time. Além disso, ele conquistou uma série de títulos nas décadas de 1960 e 1970. A causa da morte não foi divulgada.
O presidente do clube, Giuseoppe Marotta, lamentou a morte de Mazzola e ressaltou que a memória do jogador estará para sempre presente nos corações nerazzurri.
“Hoje, mais um pedaço da lenda nerazzurri nos deixa. Sandro era a Inter: ele chegou ao clube ainda menino e escolheu ficar aqui para sempre — uma camisa, 17 temporadas, uma vida inteira. Com a Grande Inter de Herrera, ele escreveu capítulos que ninguém jamais apagará. Hoje, é nosso dever preservar sua memória, pois a grandeza de um clube se mede pela sua memória. E a memória de Sandro permanecerá conosco para sempre”, disse.
Com a camisa da Inter de Milão, Mazzola atuou em 567, marcou 162 gols e anotou 15 assistências. Ele conquistou quatro vezes o Campeonato Italiano, duas Champions League e dois Mundiais de Clubes. Pela seleção italiana, venceu a Eurocopa de 1968. Com a Azzurra, foram 70 jogos, com 22 gols marcados e cinco assistências. O craque italiano jogou as Copas de 1966, 1970 e 1974.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNa Copa de 1970, estava na final contra o Brasil, onde a Seleção conquistou o tricampeonato mundial.
O clube italiano homenageou o ídolo.
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“Há quem faça história. E há quem se torne a própria história do Inter.
De um jovem Nerazzurro a um símbolo eterno, Sandro Mazzola atravessou gerações, conquistando vitórias, inspirando emoções e transmitindo seu amor por essas cores.
Ele brilhou em campo e continua brilhando até hoje — a estrela de bigode. Como costumava dizer, ele tinha apenas um último desejo: ‘Ser lembrado como um bom homem, alguém que sempre dá o máximo de si, mesmo quando parece impossível'”, escreveu o clube italiano.
Além disso, o clube publicou um vídeo lembrando Sandro Mazzola.
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