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Copa do mundo 2022

Serenidade, confiança e humor dão o tom do Brasil para estreia na Copa

Em coletiva antes de duelo contra a Sérvia, Thiago Silva diz ter aprendido com erros e Tite, leve, até brincou com jornalistas

atualizado

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Mohamed Farag/Getty Images
Thiago Silva Tite Seleção Brasileira
1 de 1 Thiago Silva Tite Seleção Brasileira - Foto: Mohamed Farag/Getty Images

Doha (Catar) – Nem Thiago Silva, nem Tite deram pistas da Seleção Brasileira que enfrenta a Sérvia, nesta quinta (24/11), no estádio Lusail, pela partida de abertura da Copa do Mundo no Catar, apesar das tentativas dos jornalistas presentes para acompanhar a coletiva da dupla no centro de imprensa montado pela Fifa, em Doha. No entanto, ambos deram uma certeza: o Brasil entrará em campo muito bem preparado.

Falando primeiro, Thiago Silva, que será o capitão na estreia, pediu apoio da população brasileira, porque, “dentro do ambiente da Seleção”, estão todos prontos. Marcado pelo choro em 2014, o zagueiro também enfrentou questionamentos sobre “estar pronto para ser campeão”.

“Algumas coisas mudam com o passar do tempo, é a coisa mais natural. Sou um cara muito melhor preparado. Algumas vezes, você tem que dar com a cara na parede para poder aprender. Sou uma melhor versão do Thiago Silva, estou atravessando um dos melhores momentos”, afirmou, sobre o seu processo de amadurecimento.

Já Tite disse estar “mais leve, mais Adenor” para a estreia no Catar. “Ele (o nervosismo) é menor. Faço minhas as palavras do Thiago. O aprendizado pode ser teórico, mas é fundamental prático. Os jogos têm um componente emocional muito forte, a estreia ainda mais. Pela expectativa que gera, é humano. Talvez isto interfira nas expectativas do que acontece no jogo. Temos o maior torneio do mundo, os maiores atletas do mundo, talvez a maior visibilidade de um esporte do mundo. Mas temos de ser o que somos na nossa essência”, disse.

O clima de descontração e leveza era tamanho que o técnico se permitiu até brincar com jornalistas sobre a pressão de trazer o hexacampeonato para o Brasil após 20 anos sem título, desde 2002. “Não me coloca responsabilidade de 20 anos, são só quatro (risos), de um processo todo. A história é linda e traz pressão, sim, mas a pressão que um país todo vive, apaixonado, está nas ruas. Principalmente a garotada, serve como processo educativo e o futebol também é de educação, fundamentalmente. Tem pressão, mas a tranquilidade de saber das oportunidades que surgem na vida, que sonhar faz parte. O Tostão fala isso, que é bom sonhar, então sonhamos fazer uma grande Copa e ser campeão. E se não for, fazer o melhor. Um só vai ser campeão, mas tem a sensatez e naturalidade que outras grandes seleções buscam este patamar. Pressão é inevitável”, disse.

Tite também foi questionado sobre a derrota para a Argentina, se ela deixa alguma lição para o grupo. “Respeito, porque são todas seleções, mas serve como análise, sim, como reflexão. Não há grandeza, nem facilidade maior ou menor. Talvez este seja o grande aspecto. Não tem marca, não tem grife. Tem orgulho de cada país em fazer seu melhor e enfrentar”.

A Seleção Brasileira enfrenta a Sérvia nesta quinta-feira, às 22h (16h de Brasília), no estádio Lusail, em duelo válido pelo Grupo G da Copa do Mundo. Apesar de Tite continuar fazendo mistério, o Brasil deve ir a campo com Alisson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro e Lucas Paquetá; Raphinha, Richarlison, Neymar e Vini Jr.

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