Pandemia: Flamengo deixa de ganhar R$ 110 mi e terá de vender atletas

Rodrigo Tostes, vice de finanças do clube, detalha números e prevê necessidade de fazer R$ 140 milhões em transferências

atualizado

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Marcelo Cortes / Flamengo
Flamengo Cariocão
1 de 1 Flamengo Cariocão - Foto: Marcelo Cortes / Flamengo

A pandemia mundial de coronavírus prejudicou diversos gigantes do futebol, inclusive aqueles que gozam de boa saúde financeira. De acordo com Rodrigo Toste, vice-presidente de finanças do Flamengo, a Covid custou R$ 110 milhões aos cofres rubro-negros, obrigando o clube a vender jogadores.

O prejuízo se deve à ausência de bilheteria e a queda brusca no número de sócios-torcedores, de 150 mil para 61 mil.

Como Tostes informou ao GE, os números obrigarão o Flamengo a apertar os cintos e a vender atletas para chegar a um valor total de R$ 140 milhões para equilibrar os números. A única contratação planejada é a compra em definitivo de Pedro, por 14 milhões de euros.

No nosso orçamento, a contratação já foi feita: Pedro. Também está no orçamento uma previsão de vendas em janeiro (R$ 50 milhões), que já foi cumprida (Lincoln e Yuri César), e outra que precisa ser cumprida em julho (R$ 90 milhões). Não vamos fazer loucura. Não tem possibilidade disso. Existe um orçamento e precisa ser cumprido. Só vai comprar atleta depois que vender – disse Tostes.

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