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O Botafogo confirmou nesta quarta-feira (26/7), através de um comunicado oficial, a morte cerebral do ex-goleiro Max, de 42 anos, que teve passagem pelo clube durante sua carreira profissional. O ex-jogador, que também defendeu o Gama, estava internado no Hospital da Lagoa, na zona sul do Rio de Janeiro, por causa de um edema cerebral.

Max foi hospitalizado nos primeiros dias de julho e acabou não resistindo ao efeitos de uma doença autoimune, com os últimos exames apontando a perda total e irreversível de qualquer atividade neurológica do cérebro e do tronco cerebral.

Com passagem pelo Botafogo entre 2003 e 2007, Max fez parte do grupo que conquistou os títulos da Taça Guanabara e do Campeonato Carioca de 2006, além da Taça Rio de 2007. Revelado pela Portuguesa-RJ, o goleiro também passou por América-RJ, Friburguense-RJ, Bangu-RJ, Barra da Tijuca-RJ, Vila Nova-GO, Itumbiara-GO, Boa-MG, Gama e Joinville, time em que foi campeão da Série C do Campeonato Brasileiro de 2011.

“Querido por todos, sempre foi um ótimo profissional e um exemplo como homem. O Botafogo manifesta seu pesar e solidariedade a familiares e amigos”, afirmou o Botafogo em seu comunicado oficial, lamentando o falecimento do ex-goleiro.

Nesta quarta-feira, no estádio Nilton Santos, haverá um minuto de silêncio em homenagem a Max antes da partida entre Botafogo e Atlético-MG pela Copa do Brasil. “O Botafogo manifesta seu pesar e solidariedade a familiares e amigos. Haverá um minuto de silêncio antes da partida contra o Atlético-MG, nesta quarta-feira”, acrescentou o clube.

Gama
Max acumula uma passagem pelo futebol candango, em 2013, quando defendeu o Gama na elite do campeonato local. Naquela edição, o alviverde seque passou da primeira fase.

 

 

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