Invicta com a Seleção Feminina, Pia reencontra China na decisão
Final do Torneio Internacional de Chongqing, vai marcar o reencontro dela com o time no qual atuou há doze anos como assistente

O duelo entre China e Brasil, neste domingo (10/11/2019), às 8h35, na final do Torneio Internacional de Chongqing, vai marcar o reencontro da técnica Pia Sundhage, atual comandante da Seleção Brasileira, com o time no qual atuou há doze anos como assistente.
De lá pra cá, Pia esteve no comando de três seleções (Estados Unidos, Suécia e Suécia Sub-17), participou de três finais olímpicas (2008, 2012, 2016) e uma decisão de Copa do Mundo (2011). Seu próximo desafio é comandar o Brasil na disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.
No comando da Seleção Brasileira, Pia segue invicta, são cinco jogos com quatro vitórias e um empate.
“Todo jogo ensina e eu estou muito feliz por nós termos jogado contra o Canadá (vitória por 4 a 0). É um estilo de jogo bem diferente do que iremos enfrentar contra a China. Estamos jogando contra equipes de diferentes culturas e treinadores. Isso é o que precisamos antes dos Jogos Olímpicos. Precisamos nos preparar para todos os tipos de cenário. Esse torneio é muito bom para nós.”
Para chegar à final, a China venceu a Nova Zelândia por 2 x 0. “Nós assistimos ao jogo China x Nova Zelândia, e elas são muito técnicas e organizadas. O que é diferente de alguns times anteriores da seleção chinesa é a presença de jogadoras com muita velocidade. Eu estou muito empolgada para esse jogo, será um duelo de dois times muito técnicos”, disse Pia.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA treinadora sempre destaca a alegria do grupo brasileiro. Para ela, esse é um importante elemento na essência do time, mas reforça, não é apenas isso. “Primeiramente, elas são jogadoras muito animadas. Elas riem muito, estão sempre felizes e, também, estão sempre bem. A gente vê sempre bons gols. Mas não é apenas isso, nós estamos tendo a chance de realizar muitos trabalhos táticos. Eu preciso ter tempo para prepará-las, e elas precisam de tempo para absorver esses esquemas táticos. E isso é fantástico. Temos tempo suficiente para planejarmos o nosso estilo para os Jogos Olímpicos.”



