Federação do DF aguarda diretrizes do governo para pensar em retorno

Entidade vê com bons olhos a volta dos clubes desde que respeitados os protocolos estipulados pelos times

atualizado 04/06/2020 14:16

A movimentação de clubes do futebol de Brasília para retomar as atividades é vista com bons olhos pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF). A adoção de protocolos por parte de alguns clubes da cidade, que já começam a se movimentar nesse sentido, é considerada o início da retomada. O presidente da FFDF, Daniel Vasconcelos, entretanto, adota a cautela para pensar nos passos seguintes.

A ideia do mandatário é aguardar as diretrizes propostas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) sobre o tema.

“Data não existe, pois o cenário está muito incerto. Mas estamos sim nas tratativas com os órgãos competentes para ver como faremos. Somos a favor do retorno sim, mas quando for autorizado pelo Governo e em condições ideais, fora de riscos”, explicou, em conversa com o Metrópoles. 

A FFDF também trabalha na criação de um protocolo próprio. Segundo Daniel Vasconcelos, reuniões nos próximos dias ajudarão a se alcançar um consenso acerca do assunto.

“Temos reuniões decisivas nos próximos dias para a criação do protocolo da federação, orientado por profissionais gabaritados para tal. Mas o nosso posicionamento continua sendo por priorizar a saúde e a vida das pessoas envolvidas nesse processo de retomada”, afirmou.

Jogos sem torcida

Daniel Vasconcelos reconhece que, a princípio, a retomada das partidas do Candangão seria realizada com portões fechados. Há, entretanto, outro motivo que pode atrapalhar a volta dos torcedores aos estádios de Brasília.

“A primeira opção é fazer sem público, até para terminarmos o campeonato. Mas se tivermos autorização para fazermos com público, melhor ainda. Não podemos deixar de ressaltar que os laudos dos estádios de Brasília estão todos vencidos. Mas já estamos trabalhando junto à Secretaria de Esporte, regularizando esses laudos, porque quando o campeonato retornar os estádios precisam estar aptos a receberem os jogos”, destacou.

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