Brasileirão: venda de mandos de campo vetada deixa Mané em alerta

A medida votada pelos clubes após proposta da CBF teve apenas o Flamengo como voto contra

Mané Garrincha por dentroJacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles

atualizado 27/02/2020 19:25

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) promoveu em sua sede, no Rio de Janeiro, o conselho técnico da Série A com a participação de representantes dos 20 clubes e aprovou o retorno da proibição da venda de mandos de campo, prática recorrente no futebol brasileiro. Só o Flamengo foi contra.

A medida votada pelos clubes atinge em cheio arenas como o Mané Garrincha, em Brasília, e Arena Amazônia, em Manaus, que não têm clubes na Série A e dependem da venda de campo para atrair jogos para as praças.

Ciente da decisão, a Arena BSB, gestora do Mané Garrincha, informou que irá avaliar o real impacto da decisão. “A Arena BSB informa que soube da decisão do fim da venda de mando de campo por meio das notícias veiculadas pela imprensa e está avaliando as implicações da medida na operação do Estadio Nacional”, afirmou, por meio de nota oficial.

Desta forma, os times só poderão fazer seus jogos em arenas dentro de seus próprios Estados. José Carlos Peres, presidente do Santos, disse que “houve uma discussão muito forte” sobre o assunto, mas que a maioria entendeu que a venda de mando de campos causava desequilíbrio no Brasileirão. Essa, aliás, foi a justificativa de Rogério Caboclo, presidente da CBF, que propôs inicialmente o veto.

(Com informações da Agência Estado)

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