Aposentadoria? Alonso ignora crise e quer seguir na F1 após 2026

Com 44 anos, Alonso afirma que motivação segue alta, mesmo com os problemas de confiabilidade da equipe britânica

atualizado

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Bryn Lennon – Formula 1/Formula 1 via Getty Images
Foto colorida de Fernando Alonso durante fim de semana do GP do Catar de Fórmula 1 - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de Fernando Alonso durante fim de semana do GP do Catar de Fórmula 1 - Metrópoles - Foto: Bryn Lennon – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Fernando Alonso não planeja abandonar o cockpit da Fórmula 1 tão cedo. Mesmo com a Aston Martin enfrentando um início de temporada turbulento em 2026, o bicampeão mundial, aos 44 anos, sinalizou que sua trajetória deve se estender além do contrato atual.

“Só o tempo dirá. Eu sentirei. No momento, não sinto que seja essa hora ainda (de aposentar). Me sinto competitivo, me sinto motivado, me sinto feliz quando piloto. Então, sim, espero que não seja a última temporada. No momento em que eu tiver que parar de correr, será uma decisão muito difícil e difícil de aceitar”, disse ao site da F1.

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O espanhol mantém a competitividade acesa, apesar do cenário técnico delicado da equipe. Atualmente, a Aston Martin sofre para ajustar o carro ao novo regulamento e para dominar a integração com os motores Honda.

Após três rodadas, o time amarga a lanterna do campeonato junto com a novata Cadillac. Problemas intensos de vibração e falta de componentes limitaram drasticamente o tempo de pista de Alonso e de seu companheiro, Lance Stroll.

“Eu amo o que faço. Eu amo corridas. Fiz minha primeira corrida quando tinha três anos [de idade], e tenho 44, então passei 41 anos da minha vida atrás de um volante”, contou o espanhol.

O sinal de esperança veio de Suzuka, onde Alonso conseguiu completar todas as voltas da prova pela primeira vez no ano. Agora, o time trabalha contra o relógio para o Grande Prêmio de Miami, que será disputado neste domingo (3/5). A missão é transformar a resiliência de Alonso em resultados na pista.

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