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Teve o cantor britânico Robbie Williams. Teve a soprano russa Aida Garifullina. Teve o segundo maior artilheiro da história das Copas, Ronaldo Fenômeno. E teve música e beleza. A cerimônia de abertura da Copa do Mundo da Rússia foi rápida, discreta e objetiva. Tudo para privilegiar as tradições do país-sede e o futebol, o que, de fato, interessa.

Ronaldo, de cara, foi aplaudido por todo o Estádio Lujniki, em Moscou, ao entrar no gramado de mãos dadas com uma criança. Ambos bateram bola rapidamente com o mascote Zabivaka. Três vezes eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa e bicampeão da Copa com o Brasil (1994 e 2002), Ronaldo, na chegada, cumprimentou os atletas russos e árabes.

Nas arquibancadas, o espetáculo foi protagonizado pela torcida, que deu show nas arquibancadas, com faixas e fantasias para apoiar o time da casa. Empolgada, a torcida dançou ao som das músicas de Williams e Garifullina. Juntos, eles cantaram um dos principais sucessos da carreira do britânico, Angels.

A vibração foi ainda maior com a entrada no campo do maior objeto de desejo dos 736 atletas que vão disputar a Copa: a taça do torneio chegou ao estádio. O goleiro espanhol Iker Casillas, campeão do Mundial em 2010, desfilou com o troféu no gramado. Ao fim das apresentações, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, discursou. Ele enalteceu a realização da primeira Copa do Mundo no país e a preparação do povo. Só faltou pedir para o time da Arábia Saudita não jogar água na vodca dos anfitriões…

 

 

 

 

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