Ex-jogadores franceses pedem mudanças no comando da Fifa; confira
Mikael Silvestre e Emmanuel Petit divulgaram um manifesto nas redes sociais nesta segunda-feira (24/8)

Ex-jogadores da seleção francesa divulgaram, nesta segunda-feira (24/8), um manifesto pedindo mudanças no comando da Fifa. Emmanuel Petit e Mikael Silvestre, que atuaram com a camisa da França na década de 90 e 2000, respectivamente, utilizaram as redes sociais para publicar o texto.
No manifesto divulgado, Mikael e Emmanuel disseram que compartilham das mesmas preocupações dos torcedores espalhados pelo mundo. Além disso, em seguida, eles escrevem que “o esporte que amamos se distanciou dos valores fundamentais sob a atual gestão da Fifa“.
Por último, Mikael Silvestre e Emmanuel Petit disseram que mudanças são necessárias no poder da entidade e que eventos recentes tornaram impossível manter o silêncio dos jogadores.
Vale lembrar que recentemente, Gianni Infantino propôs a venda de direitos dos direitos comerciais da entidade. Após uma reação negativa, ele voltou atrás e anulou a proposta. Enquanto isso, algumas federações viraram as costas para o mandatário, como a Concacaf, Uefa e AFC.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesConfira o manifesto na íntegra:
“Como jogadores, o futebol nos deu tudo, e nós dedicamos nossas vidas a ele. Atuamos nos maiores palcos e vestimos nossas camisas nacionais com orgulho. Mas sabemos que nenhuma de nossas conquistas teria sido possível sem os torcedores, cuja paixão e dedicação são a base deste esporte. Compartilhamos exatamente as mesmas preocupações de milhões de torcedores ao redor do mundo. Assim como eles, vimos o esporte que amamos se distanciar de seus valores fundamentais sob a atual gestão da FIFA. Por muito tempo, vimos decisões importantes serem tomadas sem que os jogadores fossem consultados ou levados em consideração, e sem qualquer respeito pelos torcedores que sustentam o esporte. Mudanças são necessárias. O poder nublou a capacidade da atual liderança de distinguir entre seus próprios interesses e o que é melhor para o futebol. Eventos recentes tornaram impossível manter o silêncio. Já chega”.









