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Espanha chega à final da Copa com meio dominante e artilheiro discreto

Finalista da Copa do Mundo, Espanha conta com meio-campo decisivo e artilheiro que marca gols, mas permite que companheiros brilhem

19/07/2026 02:00, atualizado 19/07/2026 08:22
Tullio Puglia - FIFA/FIFA via Getty Images
Oyarzabal abre o placar para a Espanha diante da França

A seleção da Espanha encara neste domingo (19/7) o último obstáculo na busca pelo bicampeonato na Copa do Mundo. A Fúria disputa a final do torneio contra a Argentina, às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

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Elenco da Espanha comemora classificação à final da Copa do Mundo
Oyarzabal abriu o placar para a Espanha diante da França
Rodri, jogador da Espanha, no confronto diante da França pela Copa do Mundo
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Rodri, jogador da Espanha, no confronto diante da França pela Copa do Mundo

Florencia Tan Jun/Getty Images
Elenco da Espanha comemora classificação à final da Copa do Mundo
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Elenco da Espanha comemora classificação à final da Copa do Mundo

Florencia Tan Jun/Getty Images
Oyarzabal abriu o placar para a Espanha diante da França
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Oyarzabal abriu o placar para a Espanha diante da França

Tullio Puglia - FIFA/FIFA via Getty Images

A equipe do técnico Luis de la Fuente conta com o poder do meio-campo dominador, que se tornou característica do time desde que o treinador assumiu o comando.

Nas sete partidas disputadas até aqui, a Espanha buscou ditar o ritmo dos jogos, com troca de passes. A estratégia passa por uma trinca de meias que sabem o que fazer com a bola nos pés: Rodri, Dani Olmo e Fabian Ruiz. Além disso, Pedri também esteve em campo na maioria dos jogos.

O desempenho do meio-campo espanhol reflete no domínio da equipe dentro dos gramados. No Mundial, até o momento, a média de posse de bola está em 63,7%.

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Todo o trabalho dos meias em controlar o jogo se traduz em um rendimento melhor de zagueiros e atacantes. A Espanha tomou apenas um gol durante toda a Copa do Mundo. Além disso, balançou as redes em 13 oportunidades.

A cadência do time espanhol se deve a um fator importante: a manutenção de jogadores. Dos 26 convocados, 12 estiveram nos Jogos Olímpicos de 2020 e 2024, o que indica a construção de uma equipe que se conhece bem.

O artilheiro discreto

Na seleção da Espanha, a expectativa era que Lamine Yamal assumisse a responsabilidade. No entanto, esse papel é de Mikel Oyarzabal. O atacante da Real Sociedad chegou pouco badalado, mas anotou cinco gols na Copa do Mundo.

O camisa 21 tem a confiança de Luis de la Fuente e disputa o Mundial pela primeira vez. É ele quem comanda o setor ofensivo, que conta ainda com a verticalidade de Yamal pela direita e Baena pela esquerda.

A escolha por Oyarzabal é clara: apesar dos gols, o atacante de 29 anos consegue recuar para atrair os defensores, o que permite a passagem dos pontas, gerando perigo para o adversário.

Joia Yamal

Todo cuidado é pouco para o adversário que enfrenta Lamine Yamal. Astro do Barcelona, o camisa 19 disputa sua primeira Copa do Mundo e já possui o status de grande esperança da Espanha.

Apesar das expectativas, o jovem de 19 anos faz uma competição pouco produtiva: balançou as redes apenas uma vez e não distribuiu assistências.

Contudo, Yamal segue com prestígio pelo que já produziu dentro de campo com a camisa espanhola. Mesmo longe do ideal, no aspecto numérico, o ponta-direita tem papel fundamental para o funcionamento da máquina espanhola. Ele atrai os adversários e, assim, abre espaço para outros jogadores poderem atacar. Além disso, há sempre a possibilidade de um grande drible do astro.

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