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Esportes

Entenda condenação de Carlo Ancelotti por fraude fiscal na Espanha

Atual treinador da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti foi condenado, nesta quarta-feira (9/7), a um ano de prisão por fraude na Espanha

09/07/2025 12:25, atualizado 09/07/2025 12:28
Ricardo Moreira/Getty Images
Imagem colorida de Carlo Ancelotti - Metrópoles

O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, foi condenado nesta quarta-feira (9/7) a um ano de prisão por fraude fiscal na Espanha. A situação ocorreu em 2014, quando o italiano dirigia o Real Madrid. O comandante também terá que pagar uma multa de 387 mil euros (cerca de R$ 2,4 milhões).

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Carlo Ancelotti assumiu a Seleção Brasileira em maio de 2025.
Ancelotti foi condenado a um ano de prisão
O italiano é pentacampeão da Champions League como treinador
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O italiano é pentacampeão da Champions League como treinador

Pedro Castillo/Real Madrid via Getty Images
Carlo Ancelotti assumiu a Seleção Brasileira em maio de 2025.
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Carlo Ancelotti assumiu a Seleção Brasileira em maio de 2025.

Rafael Ribeiro/ CBF
Ancelotti foi condenado a um ano de prisão
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Ancelotti foi condenado a um ano de prisão

Guillermo Martinez/NurPhoto via Getty Images

Em comunicado oficial, o tribunal de Madri informou que Ancelotti não pagou impostos sobre receitas de direitos de imagem em sua primeira passagem pelo Real Madrid (entre 2013 e 2015). O valor sonegado era de aproximadamente 1 milhão de euros (R$ 6,2 milhões na época).

No julgamento do caso, realizado em abril de 2024, a promotoria alegou que Ancelotti utilizava um sistema “complexo” de empresas de fachada para omitir os ganhos extras por direitos de imagem. O técnico negou ter cometido fraude fiscal de maneira intencional.

A pena

O Ministério Público da Espanha pediu quatro anos e nove meses de prisão para Ancelotti. A solicitação não foi acatada pela Justiça, que definiu apenas um ano de reclusão e multa. O italiano também não poderá obter auxílios ou subsídios públicos por três anos.

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De acordo com a lei espanhola, penas inferiores a dois anos por crimes não violentos não exigem que o réu cumpra a sentença em regime privado, exceto quando há condenações anteriores.