Em protesto, Leila Pereira não vai a sorteio da Libertadores. Entenda

Presidente do Palmeiras não concorda com a maneira em que a Conmebol tratou caso de racismo contra Luighi durante Libertadores Sub-20

atualizado

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Fabio Menotti/SE Palmeiras
Leila Pereira, presidente do Palmeiras - Metrópoles
1 de 1 Leila Pereira, presidente do Palmeiras - Metrópoles - Foto: Fabio Menotti/SE Palmeiras

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, não foi ao sorteio dos grupos da Copa Libertadores, que acontece nesta segunda-feira (17/3) em Luque, no Paraguai. O ato da dirigente se deu como forma de protesto ao racismo sofrido pelo jogador Luighi, do Alviverde. Leila questionou a postura da Conmebol no caso.

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Luighi chora ainda durante a partida
Atacante desabafou ao fim do jogo
Leila Pereira é presidente do Palmeiras
Homem com criança no colo fez gestos imitando macaco em direção aos jogadores
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Homem com criança no colo fez gestos imitando macaco em direção aos jogadores

Reprodução
Luighi chora ainda durante a partida
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Luighi chora ainda durante a partida

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Atacante desabafou ao fim do jogo
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Atacante desabafou ao fim do jogo

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Leila Pereira é presidente do Palmeiras
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Leila Pereira é presidente do Palmeiras

Allan Santos/Especial Metrópoles

Anteriormente, Leila já havia cutucado a Conmebol. A mandatária chegou a sugerir que os clubes brasileiros deixem a federação sul-americana e se filiem à Concacaf, onde estão alocadas as equipes das Américas do Norte e Central, além do Caribe.

“Temos que tomar medidas firmes com relação à Conmebol. O Brasil representando 60% da receita da Conmebol, e os clubes brasileiros sendo tratados dessa forma. Vou lançar até uma reflexão para todos nós. Já que a Conmebol não consegue coibir esse tipo de crime, como a Conmebol não consegue tratar os clubes brasileiros com o tamanho que representam, por que não pensar em nós nos filiarmos à Concacaf?”, disse Leila.


O que ocorreu?

  • O Palmeiras venceu o Cerro Porteño na Libertadores Sub-20 por 3 x 0, pela segunda rodada da fase de grupos.
  • Torcedores do Cerro, um deles com uma criança de colo, imitavam gestos de macaco e cuspiram na direção de Luighi e Figueiredo.
  • “O que fizeram comigo é crime, não vão perguntar sobre isso?”, protestou Luighi enquanto chorava na frente de um repórter.
  • Em nota, clubes rivais do Palmeiras e CBF pediram rigor na punição contra os racistas.
  • “Medidas disciplinares apropriadas serão implementadas”, disse a Conmebol.
  • Vini Jr., do Real Madrid, que frequentemente protesta contra o racismo, apoiou o jovem de 18 anos.
  • Em coletiva de imprensa, Leila Pereira pediu a exclusão do time Cerro Porteño de todas as competições da Conmebol.
  • Cerro se desculpou por meio de carta.
  • A Conmebol aplicou multa ao time paraguaio, mas a punição saiu barata, segundo Leila e CBF.
  • Presidente do Palmeiras não esteve no sorteio da Libertadores, como forma de protesto.

Leila tem tido uma postura forte contra em relação à Conmebol. A dirigente afirmou que tomará medidas drásticas contra a confederação por conta dos acontecimentos recentes na Libertadores Sub-20.

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