Canoagem havaiana: atleta do Guará disputará o Pan-Americano em 2025

Após conquistar a 2º colocação do Brasileiro de canoagem, Tayana será uma das representantes brasileiras no Pan e busca apoio para competir.

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Uma das modalidades em ascensão no Distrito Federal é a canoagem. O esporte tem levado atletas da capital federal para competir em grandes torneios em vários países. Uma das canoístas de destaque em Brasília é Tayana Silva, competidora da equipe Maranata, equipe criada por Raquel França, em 2022. A atleta venceu o Brasileiro Maratona por três anos consecutivos e garantiu vaga no Pan-Americano de Canoagem.

A competição acontecerá em Rapa Nui (Ilha de Páscoa), em novembro. Para competir, a canoísta está em busca de patrocinadores. Antes de disputar o Pan-Americano, Tayana brigará pelo título do Campeonato Brasileiro, que ocorrerá em Salvador, no dia 29 de março.

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Em novembro, disputará o Pan e precisa de apoio para arcar com os custos da viagem
Tayana integra a equipe Maranata
A canoagem havaiana está em ascensão na capital
Tayana é tricampeã brasileira
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Tayana é tricampeã brasileira

Em novembro, disputará o Pan e precisa de apoio para arcar com os custos da viagem
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Em novembro, disputará o Pan e precisa de apoio para arcar com os custos da viagem

Tayana integra a equipe Maranata
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Tayana integra a equipe Maranata

Arquivo Pessoal
A canoagem havaiana está em ascensão na capital
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A canoagem havaiana está em ascensão na capital

Esta será a primeira vez que Tayana disputará o Pan sendo titular da equipe, o grupo representará o Brasil pela terceira vez na competição. Ao Metrópoles a canoísta comenta que competir na modalidade tem um custo alto.

”Vida de atleta parece fácil, mas é difícil. Para se manter na ativa, precisamos de acompanhamento de profissionais como fisioterapeutas, nutricionista, massagista fora o treinamento dentro e fora da água. Estamos fazendo o levantamento dos gastos para o Pan e só a passagem está em torno de 13 mil reais para cada atleta, somos 11 nas duas categorias, Open e Master 40”, conta.

”A equipe disputou o mundial no ano passado, no Havaí, ficou em quinto lugar, top-5 do mundo, tudo por conta das próprias atletas, um gasto médio de 22 mil”, complementa Tayana.

Paixão pelo esporte

A paixão pela canoagem havaiana surgiu quando a atleta passou passou a vivenciar a prática no esporte paralelo aos atendimentos de pilates no clube em que trabalhava.
O estúdio ficava na beira do lago, eu tive a oportunidade de vivenciar diariamente a rotina da galera da Ava Canoeiros do Paranoá equipe criada por Kenny Souza em 2014, uma das pioneiras escola de canoa havaiana de Brasília.

”Com o estúdio [de pilates], eu comecei a vivenciar diariamente a rotina da galera chegando, saindo pra remar. E quando eu estava ociosa, sem aluno, em alguns horários, e faltava gente pra fechar a canoa, eu saía na turma pra compor a canoa. Então, assim que eu comecei, que eu conheci, comecei a vivenciar e praticar, uma vez ou outra ali, a canoa havaiana. Isso foi no final de 2020”, comenta.

Desde então, a atleta coleciona prêmios individuais e coletivos na modalidade. ”No meu caso, eu sempre gostei de estar me desafiando de alguma forma. Superando aqueles limites que eu já tinha estabelecido. Então, como nadadora de águas abertas, se eu fazia uma prova de mil metros, eu já queria treinar para fazer a de dois mil”, diz.

”Se eu fazia a de dois mil, eu já queria treinar para fazer a de três mil, e daí eu já ia para a de cinco mil, o meu máximo que já foi é a de sete. E eu pretendo um dia fazer a de 10″, finaliza Tayana.

Canoagem polinésia

O Va’a, ou canoagem polinésia, é uma modalidade que tem suas raízes na cultura ancestral dos povos do Pacífico. Praticada em canoas alongadas com um flutuador lateral chamado “ama”, a atividade exige força, resistência, sincronia e uma forte conexão entre os remadores e o ambiente aquático.

A modalidade vem crescendo no Brasil e equipes como a Maranata Brasília tem levado o nome de sua cidade a níveis e lugares cada vez mais altos.

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