Em entrevista, Xuxa revela “fetiche” com Senna e critica Pelé

Apresentadora não poupou detalhes sobre sua relação com o piloto e o Rei do futebol

atualizado 08/04/2022 10:18

Patrick SICCOLI/Gamma-Rapho via Getty Images

Em entrevista ao podcast Papagaio Falante, de Sérgio Mallandro, Xuxa não poupou detalhes íntimos sobre a relação que teve com o piloto Ayrton Senna e com Pelé. Sobre Senna, a quem chamava carinhosamente de Beco, ela revelou que em um momento de intimidade do casal, pediu para usar o seu capacete.

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Segundo a apresentadora, a história começou quando ela revelou que um parceiro anterior pediu que ela cantasse a música Quem quer pão? durante o sexo. “Quando me relacionei com o Beco, contei como uma coisa engraçada. Só que na hora que a gente foi ficar junto, ele começou a puxar meu cabelo, como se fosse uma chuca, para cima. Eu falei para ele: ‘Você quer ficar com a Xuxa da televisão, com chuquinha, com bota. Não tem problema. Eu boto a bota, a chuquinha, e você bota o capacete?’ Foi para pagar com a mesma moeda. Na hora que ele foi, eu fiz ‘tananam tananam’ [cantando o Tema da Vitória]”, revelou.

Xuxa também contou que, certa vez, Senna ligou na Globo a procurando, pedindo para conhecer “a mulher mais bonita do Brasil”. “Eu tinha uma coisa com o Beco que ninguém vai entender. Eu falava que eu pensava nele, e ele ligava para mim. A gente tinha uma coisa bem diferente”.

Dupla personalidade

Sobre Pelé, Xuxa afirmou que ele foi o “primeiro grande amor” da apresentadora e que, no início, ela só saía com ele com autorização dos pais. “Meu coração bateu mais forte. Eu falei: ‘Por que estou fazendo isso com esse cara bem mais velho do que eu?’ Não era uma coisa certa na minha cabeça. Mas ele insistiu. Mandava flores para minha mãe, conversava com o meu pai”, contou.

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“Foi dos 17 aos 23 anos. Foram seis anos. O Pelé realmente tem dupla personalidade, ele fala na terceira pessoa. Eu me apaixonei muito pelo Dico (apelido), que era muito chegado à minha família, era muito divertido”.

“Agora, quando tinha essa outra coisa, me deu essa confusão. Às vezes, ele chegava com marca de batom. Ele falava: ‘Essas mulheres ficam querendo agarrar o Pelé’. Eu, com pouca idade, não entendia direito isso. Achava isso normal. Não foi uma tarefa fácil dos meus 17 aos meus 23 anos”, concluiu.

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