CSGO: ESL One Cologne começa nesta terça-feira com dois brasileiros

MIBR e Furia serão os representantes do Brasil na competição que dará US$ 300 mil em premiações

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atualizado 02/07/2019 7:45

A terça-feira (02/07/2019) será bastante movimentada para as duas principais equipes brasileiras de Counter Strike:Global Offensive. A partir desta manhã, os dois times entram no servidor para brigar pelo título da ESL One Cologne, um dos principais torneios do game de FPS no ano, disputado na cidade de Colônia, na Alemanha. Ao todo, a competição distribui U$$ 300 mil em premiações, o equivalente a mais de R$ 1 milhão.

A primeira line brasileira a estrear será a Furia. Grande sensação do CS mundial neste ano, o time treinado por Nicholas “Guerri” Nogueira enfrenta, a partir das 8h10, o time da NRG, grande pedra no sapato dos times brasileiros desde o início da temporada. A partida será disputada em um formato melhor de um. A grande novidade para a Pantera Negra é o fato de que a equipe acertou um contrato pioneiro com a Nike e já estreará o novo uniforme nesta terça-feira.

Pouco depois, às 9h20, a renovada MIBR mede forças com os suecos da Fnatic. A partida marcará a estreia de Lucas Teles, o LUCAS1 na line que, representando a canadense Luminosity, venceu dois Majors em 2016. O mineiro de Uberlândia, finalista do Major da Cracóvia (POL), em 2017, chega para substituir o paulista João “felps” Vasconcellos, trocado após seis meses de resultados inconstantes com os agora ex-companheiros.

Caso vençam, MIBR e Furia podem medir forças com alguns dos maiores times do CS:GO na atualidade. O caso da MIBR é mais delicado, uma vez que a temida Astralis, que recentemente perdeu o posto de melhor time do mundo para os norte-americanos da Liquid, pode ser o rival já no segundo jogo, enquanto a Furia pode enfrentar a FaZe, que tem em sua line nomes como Olofmeister e Niko.

Em post em seu perfil pessoal no Instagram, Wilton “Zews” Prado, técnico da MIBR, não escondeu o otimismo para a competição.

“Aqui (Colônia), não só conquistamos o mundo (no Major de 2016), como consolidamos nosso legado. Nada mais poético que começar nossa subida até o topo onde minha jornada terminou pelo SK”, relembrou, em referência à saída dele para comandar o time da Liquid.

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