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Por que Xuxa e família Senna não aparecem na série de Adriane Galisteu

Nova produção sobre a história de Ayrton Senna não trouxe nenhum dos parentes do piloto, nem a ex-namorada, Xuxa Meneghel

07/11/2025 02:00
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Por que Xuxa e família Senna não aparecem na série de Adriane Galisteu

A história de Ayrton Senna mais uma vez chega ao streaming nesta quinta-feira (6/11), com o lançamento de Meu Ayrton, Por Adriane Galisteu. A minissérie documental da HBO Max traz depoimentos inéditos sobre o ano do namoro do piloto e da modelo antes do trágico acidente que tirou a vida do atleta que se tornou um ídolo do Brasil.

Além da própria Galisteu, a produção traz também outras pessoas que eram próximas ao casal, como o jornalista Roberto Cabrini, a viúva de Antonio Carlos Braga, Luíza Eugênia Konder, e a assessora do piloto, Betise Assunção.

Nenhum dos membros da família Senna, no entanto, fez parte do documentário. Além disso, a ex-namorada do piloto antes de Galisteu, a apresentadora Xuxa Meneghel, também não deu entrevistas à série. Segundo a própria HBO Max, ambos teriam sido convidados, mas recusaram devido a conflitos contratuais.

“A família Senna foi convidada a participar deste documentário. Bianca Senna, em nome da família, informou que, em virtude de compromissos contratuais, não seria possível atender o convite”, afirma a produção. “A apresentadora Xuxa Meneghel também negou o convite para participar apontando compromissos contratuais”, completam.

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Ayrton Senna e Xuxa Meneghel
Adriane Galisteu e Ayrton Senna
Adriane Galisteu lança série documental sobre romance ao lado de Ayrton Senna
Ayrton Senna pilotou o modelo MP4/6 da McLaren, em 1991
Ayrton Senna morreu em maio de 1994
Ayrton Senna e a família
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Ayrton Senna e a família

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Ayrton Senna e Xuxa Meneghel
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Ayrton Senna e Xuxa Meneghel

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Adriane Galisteu e Ayrton Senna
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Adriane Galisteu e Ayrton Senna

Reprodução/Instagram @galisteuoficial
Adriane Galisteu lança série documental sobre romance ao lado de Ayrton Senna
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Adriane Galisteu lança série documental sobre romance ao lado de Ayrton Senna

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Ayrton Senna pilotou o modelo MP4/6 da McLaren, em 1991
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Ayrton Senna pilotou o modelo MP4/6 da McLaren, em 1991

Paul-Henri Cahier/Getty Images
Ayrton Senna morreu em maio de 1994
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Ayrton Senna morreu em maio de 1994

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Ayrton Senna
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Ayrton Senna

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Um dos últimos amores de Senna foi a apresentadora Adriane Galisteu
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Um dos últimos amores de Senna foi a apresentadora Adriane Galisteu

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Ayrton Senna e Lilian de Vasconcellos
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Ayrton Senna e Lilian de Vasconcellos

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Xuxa e Ayrton Senna tiveram um romance entre 1989 até 1991
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Xuxa e Ayrton Senna tiveram um romance entre 1989 até 1991

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Xuxa abriu o coração ao falar sobre Ayrton Senna
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Xuxa abriu o coração ao falar sobre Ayrton Senna

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Vale lembrar que, há um ano, Ayrton Senna foi personagem principal da minissérie Senna, lançada em 2024 pela Netflix. Sucesso internacional, a produção ficcional contou toda a história de vida do piloto e teve como figuras centrais a família e a ex-namorada do tri-campeão da Fórmula 1.

A série gerou polêmicas, no entanto, pelo suposto apagamento de Adriane Galisteu. Em inúmeras ocasiões, a apresentadora e pessoas próximas ao casal já revelaram o descontentamento da família Senna com a namorada do piloto.

Além disso, desde o trágico acidente de Ayrton Senna no Grande Prêmio de San Marino de 1994, em Ímola, na Itália, a modelo raramente aparece em homenagens ou produções comandadas com participação direta da família do atleta brasileiro.

Em entrevista ao Metrópoles, Adriane Galisteu afirma, porém, que será impossível apagar a memória dos 405 dias que viveu ao lado do atleta. Ela ainda deixa claro que em nenhum momento o intuito de Meu Ayrton, por Adriane Galisteu, foi de dar uma resposta a outras plataformas ou aos familiares de Senna.

“Eles nunca conseguiram [apagar nossa história], ninguém nunca conseguiu, porque isso não se apaga. Por mais que quisessem, jamais conseguiriam”, declarou a apresentadora. “Eu estou contando essa história pleníssima, a pedido do público, e tendo a chance de contar um [lado do] Ayrton tão genial quanto o das pistas”.

“Quem gosta dele precisa ter acesso a isso. O que ele gostava, quem eram os melhores amigos dele. Todas essas pessoas que conviveram nesse um ano e meio de vida dele que a gente estava junto nunca [tiveram suas histórias] contadas. Então não tem nada a ver com resposta ou com apagamento, essas pessoas nunca apareceram. E elas eram tão importantes. Se não fossem eles, não sei o que seria de mim”, concluiu.