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Vilã da pior espécie, Betina (Cleo) vai agir para tirar o corpo fora pela morte de Emílio (João Baldasserini) – que perdeu a vida picado por uma cobra venenosa colocada por ela dentro de um buquê a ser dado a Marocas (Juliana Paiva). A ideia é insinuar responsabilidade de Dom Sabino (Edson Celulari), como culpado pelo ocorrido, já que o personagem detestava o advogado.

Sem escrúpulos, Betina planta a semente da ira na mente de Lúcio (João Baldasserini) ao dizer que o irmão gêmeo dele se abria muito com ela e dizia sentir-se ameaçado constantemente por diversas pessoas. Cínica, a megera explica: tentava tirar essa ideia da cabeça de Emílio por achar se tratar apenas de um caso de paranoia.

 

Intrigado, Lúcio pergunta se ela suspeita de alguém em especial que poderia ter causado a morte de seu irmão. Então, Betina não perde a oportunidade de insinuar sua suspeição contra Dom Sabino. O homem a questiona sobre o motivo dessa desconfiança e a vilã destila seu veneno, afirmando: o ex-fazendeiro do século 19 nutria um imenso ódio por Emílio.

A megera vai além e diz que o sentimento negativo era recíproco, pois o advogado também detestava o pai de Marocas, sua grande inimiga. Ela alega que uma picada de cobra indica uma artimanha tramada “por alguém com mentalidade antiga”.

Após ouvir o relato de Betina, Lúcio começa a investigar a vida de Dom Sabino para tentar descobrir algo.