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Frustrada com o fracasso de seu plano para matar Marocas (Juliana Paiva) – e que custou a vida de Emílio (João Baldasserini), picado e morto por uma cobra venenosa –, Betina (Cleo) decide pôr em prática uma nova tentativa para dar fim à sua rival. Dessa vez, a vilã tentará envenenar a filha de Dom Sabino (Edson Celulari).

Inspirada em filmes e notícias que envolvem espionagem, Betina resolve procurar um antigo funcionário da Criotec, Humberto (Claudio Mendes). Ao encontrá-lo, a megera percebe que ele está vivendo na pior, quase sem dinheiro, e lhe faz uma proposta capaz de tirá-lo dessa situação de penúria. Se ele lhe conseguir uma substância capaz de matar uma pessoa lentamente por envenenamento, sem que deixe rastros, dará a ele uma boa grana.

A princípio, Humberto hesita, pois não quer complicações com a Justiça, mas Betina o convence de que não há qualquer perigo, pois ele sequer terá que sujar as mãos. Seduzido pelo dinheiro, o homem realiza algumas pesquisas e descobre exatamente o que a vilã procura. Um veneno que, dado em quantidades mínimas diárias, fará a pessoa morrer lentamente, como se estivesse acometida por uma doença misteriosa e fatal.

O passo seguinte é fazer com que Dom Sabino contrate uma governanta que acabou sendo demitida da mansão de Amadeu (Luiz Fernando Guimarães). Assim, ela poderá ministrar diariamente a dose de veneno para Marocas. Com tantos predicados e experiência, a mulher consegue o emprego, o que põe a vida de Dom Sabino em grande risco.