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Dar um “salto temporal” de 1886 para 2018 foi demais para a cabeça de Agustina (Rosi Campos), que vê incontáveis costumes do século XIX simplesmente não fazerem mais qualquer sentido na atualidade. Mas um deles vai deixar a mulher transtornada: o fato de Marocas (Juliana Paiva), sua filha, ter perdido a virgindade antes de se casar. Afinal, nos tempos do Império isso seria um escândalo gigantesco.

Agustina perde o controle quando Marocas lhe conta que não é mais virgem. E já há algum tempo. Atônita, a mãe da garota não esconde a amargura e diz que isso é absolutamente inadmissível. Então, culpa os tempos modernos, nos quais os valores se perderam e o pecado parece ter tomado conta de tudo. Em seguida, a zelosa mãe sugere que sua filha agiu influenciada por Carmen (Christiane Torloni), a quem chama de “messalina”. É o suficiente para Dom Sabino (Edson Celulari) intervir e pedir para a ex-mulher moderar as palavras.

Irada, Agustina se vira para Samuel (Nicolas Prattes) e o questiona, querendo saber se ele não se envergonha por ter “manchado a honra” de Marocas, deixando-o sem graça. Então, a mulher cobra uma reparação, exigindo que o jovem empresário se case com sua filha. Nesse momento, a moça diz para a mãe que os dois já estão de casamento marcado.

Um pouco aliviada, embora ainda atordoada, Agustina pede a Deus que traga de volta os tempos em que vivia, para que o mundo atual entre nos eixos e volte a ter ordem.