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Televisão

Netflix: Marcos Matsunaga internou ex-mulher para ficar com Elize?

Filme de ficção mostra Marcos Matsunaga tentando internar a ex-esposa para viver um romance com Elize, então acompanhante de luxo

22/07/2026 19:17, atualizado 22/07/2026 19:43
Divulgação/Netflix/Arquivo pessoal
Netflix: Marcos Matsunaga internou ex-mulher para ficar com Elize?

O caso de Elize Matsunaga, condenada por matar e esquartejar o marido, Marcos Matsunaga, em 2012, voltou aos holofotes com Elize: Sombras de Uma Mulher, novo filme da Netflix. Ficcional, a produção retrata a relação entre Elize e Marcos antes do crime e apresenta a versão de que o empresário da Yoki teria tentado internar a então esposa em uma clínica psiquiátrica para seguir o relacionamento com Elize.

O longa também mostra que Marcos conheceu Elize quando ainda era casado e ela trabalhava como acompanhante de luxo. Na produção, a primeira esposa do empresário, com quem teve uma filha, é chamada de Rafaela. Já o livro Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido, do jornalista Ullisses Campbell, revela que o nome dela é Lívia de Sousa.

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Lorena, inclusive, citou a controvérsia da ode que é feita atualmente para Elize
Apesar de ter “vivido na pele” o que Elize Matsunaga deve ter passado na época do assassinato de Marcos, Lorena avalia que não cabe a ela, como atriz, julgar por que uma personagem faz ou não certas escolhas e explica que o longa é baseado na percepção do diretor, Felipe Vellas, e dos roteiristas Raphael Montes e Mariana Torres sobre o crime
Para ela, como atriz, viver a personagem foi muito interessante por causa das camadas, da profundidade e da complexidade da história
Ao Metrópoles, Lorena revelou que, quando foi convidada a fazer o teste para o papel, ficou muito interessada no mergulho artístico que ele poderia fornecer
Para a atriz, o sentimento de interpretar a criminosa foi um misto de alegria, por causa do passo importante na carreira, e uma responsabilidade muito grande
Comparato espera que o novo filme possa ser uma oportunidade de refletir sobre desarmamento, sobre relações tóxicas e complexas e sobre como a sociedade pode melhorar a partir dessas reflexões
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Comparato espera que o novo filme possa ser uma oportunidade de refletir sobre desarmamento, sobre relações tóxicas e complexas e sobre como a sociedade pode melhorar a partir dessas reflexões

Divulgação/ Netflix
Lorena, inclusive, citou a controvérsia da ode que é feita atualmente para Elize
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Lorena, inclusive, citou a controvérsia da ode que é feita atualmente para Elize

Divulgação/ Netflix
Apesar de ter “vivido na pele” o que Elize Matsunaga deve ter passado na época do assassinato de Marcos, Lorena avalia que não cabe a ela, como atriz, julgar por que uma personagem faz ou não certas escolhas e explica que o longa é baseado na percepção do diretor, Felipe Vellas, e dos roteiristas Raphael Montes e Mariana Torres sobre o crime
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Apesar de ter “vivido na pele” o que Elize Matsunaga deve ter passado na época do assassinato de Marcos, Lorena avalia que não cabe a ela, como atriz, julgar por que uma personagem faz ou não certas escolhas e explica que o longa é baseado na percepção do diretor, Felipe Vellas, e dos roteiristas Raphael Montes e Mariana Torres sobre o crime

Divulgação/ Netflix
Para ela, como atriz, viver a personagem foi muito interessante por causa das camadas, da profundidade e da complexidade da história
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Para ela, como atriz, viver a personagem foi muito interessante por causa das camadas, da profundidade e da complexidade da história

Divulgação/ Netflix
Ao Metrópoles, Lorena revelou que, quando foi convidada a fazer o teste para o papel, ficou muito interessada no mergulho artístico que ele poderia fornecer
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Ao Metrópoles, Lorena revelou que, quando foi convidada a fazer o teste para o papel, ficou muito interessada no mergulho artístico que ele poderia fornecer

Divulgação/ Netflix
Para a atriz, o sentimento de interpretar a criminosa foi um misto de alegria, por causa do passo importante na carreira, e uma responsabilidade muito grande
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Para a atriz, o sentimento de interpretar a criminosa foi um misto de alegria, por causa do passo importante na carreira, e uma responsabilidade muito grande

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Lorena Comparato sobre ode a Elize Matsunaga: "Complexo ser fã de assassina"
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Lorena Comparato sobre ode a Elize Matsunaga: "Complexo ser fã de assassina"

Divulgação/ Netflix
Prestes a viver a primeira protagonista da carreira, Lorena Comparato estreia como Elize Matsunaga no filme Elize: Sombras de Uma Mulher, que vai ao ar nesta quarta-feira (22/7)
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Prestes a viver a primeira protagonista da carreira, Lorena Comparato estreia como Elize Matsunaga no filme Elize: Sombras de Uma Mulher, que vai ao ar nesta quarta-feira (22/7)

Divulgação/ Netflix

Segundo o filme, Elize se incomodava com o fato de Marcos continuar casado e insistir no relacionamento. Em uma das conversas, o empresário diz de forma sugestiva que internou a esposa para investir no relacionamento com a então acompanhante de luxo.

No entanto, o livro biográfico apresenta outra versão. De acordo com a obra, Lívia foi internada após desenvolver um quadro de depressão em decorrência do fim do casamento. Marcos deixou a esposa para assumir o relacionamento com Elize depois que o caso extraconjugal veio à tona.

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Não há evidências de que Marcos tenha articulado a internação de Lívia para ficar com Elize. Conforme o livro, a ex-esposa descobriu o relacionamento, deixou a casa e saiu levando a filha do casal.

Em 2016, antes do fim do julgamento de Elize, Lívia rebateu outra acusação feita pela ex-companheira de Marcos. Elize havia afirmado que o empresário tentou envenenar a ex-esposa durante o casamento.

“Venho, pela presente, declarar que essa afirmação, noticiada pela imprensa, de que eu teria sido envenenada por Marcos Matsunaga, meu ex-marido, é totalmente absurda e infundada. Isso jamais ocorreu”, escreveu a ex-mulher em um e-mail encaminhado à acusação.

Elize Matsunaga foi condenada, em 2016, a 19 anos e 11 meses de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Três anos depois, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reduziu a pena para 16 anos e três meses. Em 2022, a Justiça concedeu liberdade condicional à condenada.