Netflix: Marcos Matsunaga internou ex-mulher para ficar com Elize?
Filme de ficção mostra Marcos Matsunaga tentando internar a ex-esposa para viver um romance com Elize, então acompanhante de luxo

O caso de Elize Matsunaga, condenada por matar e esquartejar o marido, Marcos Matsunaga, em 2012, voltou aos holofotes com Elize: Sombras de Uma Mulher, novo filme da Netflix. Ficcional, a produção retrata a relação entre Elize e Marcos antes do crime e apresenta a versão de que o empresário da Yoki teria tentado internar a então esposa em uma clínica psiquiátrica para seguir o relacionamento com Elize.
O longa também mostra que Marcos conheceu Elize quando ainda era casado e ela trabalhava como acompanhante de luxo. Na produção, a primeira esposa do empresário, com quem teve uma filha, é chamada de Rafaela. Já o livro Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido, do jornalista Ullisses Campbell, revela que o nome dela é Lívia de Sousa.
Segundo o filme, Elize se incomodava com o fato de Marcos continuar casado e insistir no relacionamento. Em uma das conversas, o empresário diz de forma sugestiva que internou a esposa para investir no relacionamento com a então acompanhante de luxo.
No entanto, o livro biográfico apresenta outra versão. De acordo com a obra, Lívia foi internada após desenvolver um quadro de depressão em decorrência do fim do casamento. Marcos deixou a esposa para assumir o relacionamento com Elize depois que o caso extraconjugal veio à tona.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesNão há evidências de que Marcos tenha articulado a internação de Lívia para ficar com Elize. Conforme o livro, a ex-esposa descobriu o relacionamento, deixou a casa e saiu levando a filha do casal.
Em 2016, antes do fim do julgamento de Elize, Lívia rebateu outra acusação feita pela ex-companheira de Marcos. Elize havia afirmado que o empresário tentou envenenar a ex-esposa durante o casamento.
“Venho, pela presente, declarar que essa afirmação, noticiada pela imprensa, de que eu teria sido envenenada por Marcos Matsunaga, meu ex-marido, é totalmente absurda e infundada. Isso jamais ocorreu”, escreveu a ex-mulher em um e-mail encaminhado à acusação.
Elize Matsunaga foi condenada, em 2016, a 19 anos e 11 meses de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Três anos depois, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reduziu a pena para 16 anos e três meses. Em 2022, a Justiça concedeu liberdade condicional à condenada.

















