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Making a Murderer: novo assassino confessa ter matado Teresa Halbach

Neste momento, dois homens estão atrás das grades pela morte da jovem, e ambos defendem que são inocentes há 12 anos

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1 de 1 mam poster - Foto: Netflix

De acordo com a Newsweek, um preso, detido na cadeia de Wisconsin, confessou ter cometido o assassinato de Teresa Halbach. O caso e a condenação de dois homens, que se dizem inocentes, foram registrados na série da Netflix, Making a Murderer.

O preso, que permanecerá anônimo até sua confissão ser corroborada pela Justiça dos EUA, já havia sido condenado por outro assassinato. Ele confessou o crime para os documentaristas da série Convicting a Murderer, uma sequência do seriado de sucesso.

Making a Murderer: novo assassino confessa ter matado Teresa Halbach - destaque galeria
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Kathleen comprou um carro igual ao de Teresa para conduzir testes baseados nas provas encontradas no interior do veículo
Kathleen visita um microscopista forense que a ajuda a analisar o material incrustado na superfície da bala usada como prova no julgamento de Steven Avery
Steven foi submetido a um teste de impressão digital cerebral, que detecta dados ocultos no cérebro
Uma das provas decisivas no momento da condenação foi a chave do Toyota RAV4 de Teresa Halbach. Ao consegui-la, Zellner fez outros testes com novas tecnologias
Allan Avery (pai), Dolores Avery (mãe) e Steven Avery
Kathleen Zellner ficou famosa por inocentar 17 pessoas após condenações injustas, e agora ajuda a família Avery em Making a Murderer
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Kathleen Zellner ficou famosa por inocentar 17 pessoas após condenações injustas, e agora ajuda a família Avery em Making a Murderer

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Kathleen comprou um carro igual ao de Teresa para conduzir testes baseados nas provas encontradas no interior do veículo
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Kathleen comprou um carro igual ao de Teresa para conduzir testes baseados nas provas encontradas no interior do veículo

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Kathleen visita um microscopista forense que a ajuda a analisar o material incrustado na superfície da bala usada como prova no julgamento de Steven Avery
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Kathleen visita um microscopista forense que a ajuda a analisar o material incrustado na superfície da bala usada como prova no julgamento de Steven Avery

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Steven foi submetido a um teste de impressão digital cerebral, que detecta dados ocultos no cérebro
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Steven foi submetido a um teste de impressão digital cerebral, que detecta dados ocultos no cérebro

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Uma das provas decisivas no momento da condenação foi a chave do Toyota RAV4 de Teresa Halbach. Ao consegui-la, Zellner fez outros testes com novas tecnologias
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Uma das provas decisivas no momento da condenação foi a chave do Toyota RAV4 de Teresa Halbach. Ao consegui-la, Zellner fez outros testes com novas tecnologias

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Allan Avery (pai), Dolores Avery (mãe) e Steven Avery
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Allan Avery (pai), Dolores Avery (mãe) e Steven Avery

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A confissão de Brendan, segundo a defesa, foi obtida de forma ilegal
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A confissão de Brendan, segundo a defesa, foi obtida de forma ilegal

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Os advogados de Brendan Dassey, Laura Nirider e Steve Drizin
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Os advogados de Brendan Dassey, Laura Nirider e Steve Drizin

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Kathleen fez questão de testar aspectos que variam da potência das balas encontradas à posição das gotas de sangue achadas no carro. Na foto, Kathleen conduz um teste de balística com um integrante do seu time, Kurt Kingler
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Kathleen fez questão de testar aspectos que variam da potência das balas encontradas à posição das gotas de sangue achadas no carro. Na foto, Kathleen conduz um teste de balística com um integrante do seu time, Kurt Kingler

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Scott Tadych, Brendan Dassey e Barb Tadych
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Scott Tadych, Brendan Dassey e Barb Tadych

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Neste momento, dois homens estão atrás das grades pela morte de Halbach: Steven Avery e Brendan Dassey, que passaram anos tentando conseguir se provar inocentes. Dassey levou seu caso até a Suprema Corte, onde seu pedido por um novo julgamento foi negado, enquanto Avery continua com seus recursos na Justiça. Ambos foram presos em 2007

Shawn Rech, diretor de Convicting a Murderer, contou à Newsweek que conseguiram a confissão enquanto filmavam o seriado. “Ainda não confirmamos a legitimidade da confissão, mas porque ela foi dada por um assassino condenado de Wisconsin, nos sentimos responsáveis por dar qualquer e toda prova para a polícia e equipes jurídicas”, adiantou Rech. “Como estamos produzindo há 20 meses, descobrimos uma quantidade incomensurável de informação e provas que nos está levando à verdade. Nossa investigação não acaba aqui”, concluiu.

A advogada

A advogada de Steven Avery, Kathleen Zellner, ainda não está convencida da credibilidade da confissão. Ela comentou o fato em sua conta do Twitter, onde escreveu: “Recebemos a confissão escrita no sábado. Ela não tem valor a não ser que seja corroborada”.

Zellner começou a trabalhar no caso de Avery após assistir à série na Netflix e foi responsável por diversas descobertas e teorias que não haviam sido exploradas na primeira temporada. O time dela está preparando um recurso, que supostamente inclui novas provas a favor de Avery, a ser enviado no início de outubro.

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