Instinto Materno: veja fotos reais do caso retratado em doc na Netflix
Novo documentário true crime da Netflix traz caso pertubador de mulher do Texas (EUA) que raptou bebê da melhor amiga

Em 2020, um policial rodoviário do Texas abordou uma mulher que dirigia de forma desgovernada. Ela alegava que tinha acabado de dar à luz, mas por trás do relato havia um caso de assassinato cruel e sem precedentes – que inspirou o novo documentário true crime da Netflix, Instinto Materno.
Apaixonada por um fazendeiro no interior do Texas, Taylor Parker fingiu por meses estar grávida do companheiro, exibindo orgulhosamente a barriga nas redes sociais. Conforme a data do parto se aproximava, as dúvidas sobre a gravidez aumentaram entre a família e a população da pequena comunidade.

Quando a suposta data do parto passou, Taylor parecia não ter escolha senão confrontar a verdade. A história, contudo, tomou um rumo perturbador quando ela decidiu arrancar o bebê da barriga de Reagan Simmons-Hancock, 21 anos, a amiga que a havia acolhido durante toda a falsa gravidez.
Taylor roubou o bebê da melhor amiga grávida
Em outubro de 2020, Reagan estava grávida de 35 semanas. No dia 7 daquele mês, ela passou o dia com Taylor e nunca mais foi vista. Preocupada, a mãe dela decidiu ir até a casa da filha. Ao chegar, ela encontra a porta da garagem aberta, coberta por rastros de sangue.
Naquele mesmo dia, Taylor ligou para a emergência e disse que havia acabado de dar à luz e que o bebê não estava respirando. Quando os policiais rodoviários chegaram, a encontraram realizando reanimação cardiopulmonar (RCP) em um recém-nascido. Ela disse a eles que estava a caminho de encontrar o marido em um hospital em Idabel, Oklahoma.
No hospital, os médicos não encontraram evidências de que Taylor tivesse dado à luz – ou que sequer estivesse grávida. Enquanto ela era interrogada na cama do hospital, os investigadores que foram à casa de Reagan encontraram evidências de um ataque brutal: ela foi vítima de 15 golpes de faca e 98 cortes; e o bebê havia sido tirado à força do seu ventre.
Taylor é a mulher mais nova no corredor da morte do Texas
O bebê que Reagan esperava, que estava no carro com Taylor, foi declarado morto no hospital. Ali mesmo, Taylor foi presa e acusada de assassinato. “Eu realmente não tinha palavras naquele momento”, relembra Wade, o companheiro de Taylor, no documentário. “Era inimaginável o que ela fez.”
Taylor foi condenada por homicídio qualificado e, um mês depois, recebeu a pena de morte. Atualmente, ela é a mulher mais jovem no corredor da morte no Texas.
Em 2025, o Tribunal de Apelações Criminais do Texas confirmou a condenação e a sentença de Taylor Parker por homicídio qualificado. Até o lançamento do documentário, porém, ela continua a apresentar os recursos, que continuam sendo negados pela Justiça dos Estados Unidos.

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