Fotos revelam tragédia do Costa Concordia retratada pela Netflix
Netflix estreou, nessa sexta-feira (10/7), o documentário Naufrágio: O Pesadelo do Costa Concordia. O acidente aconteceu em janeiro de 2012

A Netflix estreou, na sexta-feira (10/7), o documentário Naufrágio: O Pesadelo do Costa Concordia. A produção rememora o trágico acidente ocorrido com um navio de cruzeiro em 13 de janeiro de 2012, que matou 32 pessoas e terminou com a prisão do comandante Francesco Schettino.
Relembre o acidente do Costa Concordia
- Em 13 de janeiro de 2012, o cruzeiro Costa Concordia navegava na costa da Isola del Giglio, província de Grosseto, na Itália.
- A embarcação colidiu com uma rocha no mar Tirreno e o casco se abriu com o choque.
- O navio, que pesava cerca de 114,5 mil toneladas, tombou em 80º com aproximadamente 4.229 pessoas a bordo.
- Inicialmente, os passageiros foram informados de que havia sido uma falha elétrica. O alarme demorou a ser acionado.
- 32 pessoas morreram no acidente, que também teve dezenas de feridos.
Veja fotos da tragédia do Costa Concordia:
Investigações e condenação do comandante
Na época, investigações indicaram que o comandante Francesco Schettino fez um “saluto”, aproximação não programada na costa da Ilha de Giglio para “homenagear” moradores locais. O casco do navio atingiu um grande rochedo submerso, causando o acidente.
Ele também foi alvo de acusações por abandonar o navio antes da evacuação. Uma fala de Gregorio De Falco, comandante da Guarda Costeira italiana, para Schettino viralizou: “Vada a bordo, cazzo!” (Volte para bordo, droga!, em tradução livre).

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Ver todasAs investigações concluíram que o acidente se deu por uma combinação de fatores, incluindo aproximação desnecessária da costa, erro de navegação, demora para iniciar a evacuação e mais.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSchettino foi condenado, em 2015, a 16 anos e 1 mês de prisão por homicídio culposo múltiplo, lesões e abandono de embarcação.
O navio, por sua vez, permaneceu por mais de dois anos encalhado próximo à Ilha de Giglio. O processo de reflutuação do cruzeiro custou cerca de US$ 1,5 bilhão e reuniu mais de 500 especialistas, além de equipamentos de flutuação.





















