Crítica: Hotel Transilvânia 4 mira e acerta em cheio na risada
O 4º e último filme da animação estará disponível, exclusivamente, na Amazon Prime Video a partir do dia 14 janeiro
atualizado
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A Amazon Prime Video já começa o seu ano de 2022 com o pé direito e faz a alegria dos fãs de Hotel Transilvânia. O 4º filme da sequência, intitulado de Transformonstrão, que traz uma turma de submundo acerta em cheio ao apostar na animação, felicidade e muita aventura para os adoradores do longa em questão. Além disso, fecha com chave de ouro a famosa saga que conquistou milhões de pessoas ao redor do mundo.
O acerto do serviço de streaming começa já pelo seu nome. Amparado por sua sinopse, o título define muito bem o que os espectadores vão assistir durante pouco mais de 1h de filme. “Van Helsing, o cientista do hotel, cria uma invenção que transforma humanos em monstros e vice-versa”. Os mais impactados por tudo isso são o Conde Drácula e Dennis, marido de Marvis, filho do poderoso. E é nessa transformação que se encontra o grande centro da comédia: a descoberta do vampiro a respeito de diversos elementos da natureza, como o sol e a água.
“Assim, Drac e sua turma são transformados em pessoas comuns, enquanto Johnny vira um monstro. Sem seus poderes de vampiro, Drac terá que correr contra o tempo para reverter essa assustadora situação antes que seus novos corpos se tornem permanentes”. Dessa maneira, o filme, que parecia somente mais do mesmo, se transforma em uma verdadeira aventura e traz, inclusive, a América do Sul para sua jornada.
Antes de dar prosseguimento à crítica, confira o trailer oficial de Hotel Transilvânia: Transformonstrão.
Transformonstrão traz, como já é marca de Hotel Transilvânia, muita cores e diversos elementos para a narrativa. O Hotel, assim como os personagens carismáticos, voltam à cena para variadas confusões, que já se iniciam logo no início da trama. Conde Drácula e Dennis, como o fã da história já está acostumado, iniciam o filme em um daqueles conflitos e é isso que gera todo o desenvolvimento do longa, que troca a “condição” dos dois, colocando o vampiro como humano e a pessoa como monstro.
Já nessa primeira sequência é possível ver como o filme se importa em ser colorido, com diversas cores pulsantes, como o vermelho e o verde, bem presentes, um é o cristal que muda a “humanidade” dos personagens e o outro é o raio, que sai da pedra preciosa, e faz o trabalho da transformação.
O longa cumpre a proposta de arrancar risadas: seja no início, com toda a confusão, seja em seu meio, com a busca incessante pela troca, novamente, das condições humanas e do submundo, ou no final, com algumas surpresas relacionadas ao castelo.
Outra coisa que chama a atenção é a construção das personagens. Claro que todas elas já são bem conhecidas do público, porém, você vai gostar muito de ver como os amigos de Draco, e até ele mesmo, em sua versão humana. Com destaque para Frankstein, que encarna um verdadeiro Johnny Bravo; Blooby e Griffin, que se transformam em personagens hilários; e, no caso da geleca verde, em algo inimaginável.
A fotografia da animação não deixa a desejar. Seja no próprio castelo, que há uma preocupação na construção da cena, ou na representação da América do Sul– que é dividida entre a cidade, uma floresta bem densa e uma caverna com diversos diamantes.
Por fim, os últimos momentos da produção trazem reflexões e um momento de emoção entre os dois personagens principais, Conde Drácula e Dennis. Posteriormente, Mavis também entra na brincadeira e os três passam a emocionar o público com um desfecho que pode derrubar lágrimas de alguns espectadores.
Avaliação: Excelente
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