
Copa: repórteres denunciam "caos" na entrada do estádio para a final
Esquema de segurança do MetLife Stadium, em Nova York, foi intensificado devido a presença do presidente Donald Trump na final da Copa

A repórter Mariana Spinelli, da Globo, usou as redes sociais para denunciar a desorganização e o caos durante a entrada dos torcedores e da imprensa no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, antes da final da Copa do Mundo 2026 neste domingo (19/7). A jornalista revela que ficou cerca de 4h na fila, uma espera marcada por briga entre jornalistas e a polícia local.
“Estamos há 2 horas na fila pro raio X pra ENTRAR no estádio. Tudo desorganizado, um caos”, declarou a repórter. “Correria, polícia gritando e criando um caos, jornalistas brigando. Se fosse na América do Sul, nos chamariam de animais, país de terceiro mundo. Como é nos EUA, ninguém fala nada. Um terror de organização, patético”, disparou nas redes sociais.
O repórter Pedro Ramiro, da Record e da ESPN, também se juntou aos desabafos contra o caos na fila: “Se isso acontecesse no Brasil, a desorganização estaria estampada em todos os jornais”.
“Mas, nos Estados Unidos, parece tudo lindo. A Fifa sabia da demanda que teria pra hoje, mas nem preparou uma operação especial pra isso. Com os torcedores acontece o mesmo. Numa final que deve ter mais de R$ 1 bilhão em arrecadação, isso é uma vergonha“, escreveu o repórter.
Essa é a fila para a entrada de jornalistas no estádio da final da Copa do Mundo.
Se isso acontecesse no Brasil, a desorganização estaria estampada em todos os jornais.
Mas, nos Estados Unidos, parece tudo lindo.
A Fifa sabia da demanda que teria pra hoje, mas nem preparou… pic.twitter.com/k1vy4NwTPU
— Pedro Ramiro (@_pedroramiro) July 19, 2026
Segundo estimativas da imprensa internacional, mais de 30 mil torcedores são esperados no MetLife Stadium para assistir à final da Copa do Mundo 2026 entre Argentina e Espanha. A cerimônia acontece a partir das 14h e a bola rola às 16h.
Ronaldo Fenômeno explica caos na entrada do estádio
Enquanto a fila se alongava do lado de fora do estádio, Ronaldo Fenômeno explicou o motivo da suposta desorganização. Em entrevista à CazéTV neste domingo (19/7), o pentacampeão afirmou que, devido à presença do presidente norte-americano, Donald Trump, os esquemas de segurança foram reforçados e a organização foi assumida pelas forças de segurança locais.
“O protocolo é um pouco diferente, mais rigoroso. Por conta do presidente Trump, o controle [da entrada] sai do controle da Fifa e passa para o Estado”, explicou.









