Band Minas lamenta morte da repórter Alice Ribeiro em emocionante texto: leia

A Band Minas lamentou a morte da repórter Alice Ribeiro, vítima de um acidente sofrido em Minas Gerais, Belo Horizonte, na quarta (15/4)

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Repórter da Band Minas, Alice Ribeiro está em coma após acidente, diz familiar - Metrópoles
1 de 1 Repórter da Band Minas, Alice Ribeiro está em coma após acidente, diz familiar - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

A Band Minas lamentou a morte da repórter Alice Ribeiro, vítima de um acidente sofrido em Minas Gerais, Belo Horizonte, na tarde de quarta-feira (15/4). Em comunicado, a emissora destacou a alegria da mulher de 35 anos e disse que ela deixa “um vazio irreparável em nossa redação”.

“Alice era o coração das nossas manhãs; mesmo em seus dias de mau humor, conseguia arrancar risos da equipe ao reclamar, com seu jeito único, do trânsito infernal, do calor ou da chuva. Alice deixa um vazio irreparável em nossa redação, mas seu legado de empatia permanece”, destaca o canal.

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Ela tinha 35 anos
A repórter deixa o marido e o filho de apenas 9 meses
Além dela, Rodrigo Lapa também morreu no grave acidente
Alice estava em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII
Alice Ribeiro morreu após sofrer um grave acidente de carro em Belo Horizonte
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Alice Ribeiro morreu após sofrer um grave acidente de carro em Belo Horizonte

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Ela tinha 35 anos
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Ela tinha 35 anos

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A repórter deixa o marido e o filho de apenas 9 meses
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A repórter deixa o marido e o filho de apenas 9 meses

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Além dela, Rodrigo Lapa também morreu no grave acidente
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Além dela, Rodrigo Lapa também morreu no grave acidente

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Alice estava em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII
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Alice estava em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII

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Leia o comunicado completo:

Apaixonada pela profissão, Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt tinha 35 anos e uma trajetória marcada pelo brilho na tela. Estava na Band Minas desde agosto de 2024, após ser transferida da Band Brasília, onde atuou como repórter e apresentadora.

Atualmente, vivia a alegria de planejar a festa de um ano do filho, Pedro — que carinhosamente chamava de “astronauta”, devido ao capacetinho que ele precisou usar para a formação do crânio. Alice era uma defensora fervorosa de pautas especiais, com olhar atento ao autismo, causa que abraçava com propriedade por conta do irmão, Bê, de quem falava com visível orgulho e alegria.

Esposa dedicada, não escondia o amor pelo marido, o policial rodoviário federal João. Recentemente, aproveitou dias de folga com a família dele em Salvador, de onde voltou radiante, compartilhando fotos e histórias.

Alice era o coração das nossas manhãs; mesmo em seus dias de mau humor, conseguia arrancar risos da equipe ao reclamar, com seu jeito único, do trânsito infernal, do calor ou da chuva.

Alice deixa um vazio irreparável em nossa redação, mas seu legado de empatia permanece.

Embora a inviabilidade clínica tenha impedido a doação do coração, seu gesto final de altruísmo e o consentimento de sua família reafirmam os valores de solidariedade que ela sempre defendeu em suas pautas e em sua vida.

Morte de Alice Ribeiro

Alice estava internada em estado grave e em coma na UTI do Hospital João XXIII. Ela teve a morte encefálica confirmada pela emissora na noite de ontem, após protocolos médicos que atestaram a perda irreversível das funções cerebrais.

Além dela, o cinegrafista Rodrigo Lapa, 49 anos, também morreu. Os dois estavam no carro da reportagem na tarde de quarta-feira (15/4), quando o veículo foi atingido por um caminhão na BR-381, em Sabará, na região metropolitana da capital mineira.

“O Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, confirmou, na noite desta quinta-feira (16), a morte encefálica da repórter Alice Ribeiro, condição em que há a perda irreversível das funções cerebrais. O protocolo, aberto pela manhã, foi concluído nesta noite, após uma série de exames que confirmaram o diagnóstico”, disse a Band em nota.

A família da repórter autorizou a doação de órgãos da jornalista. De acordo com a Band Minas, serão doados rins, pâncreas, fígado e córneas. Por inviabilidade clínica, o coração não poderá ser doado.

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