Em cartaz na cidade, Claudia Missura fala sobre novos projetos
Paralelo ao teatro infantil, a atriz segue nas gravações da segunda temporada de “Mr. Brau” e prepara-se para a estreia de “De Perto Ninguém É Normal”, no GNT
atualizado
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Com direção de Marcelo Romagnoli, o espetáculo “Sapecado” faz curta temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, neste fim de semana (14/5 e 15/5). Contemplado no Programa Petrobras Distribuidora de Cultura e premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, o musical tem um elenco de primeira.
Além da Banda Mirim, formada por 14 atores, músicos, cantores e artistas circenses de São Paulo, o cantor Rubi (que começou carreira em Brasília) e a atriz Claudia Missura encenam uma história sobre amor e amizade, com música e humor.Ao Metrópoles, Claudia falou da peça e projetos futuros, como o “De Perto Ninguém É Normal”, novo programa do GNT:
Você pode nos adiantar como é sua personagem na peça?
Minha personagem é a Assunta Felizarda de Jesus, uma mulher que sempre tem a companhia do cachorro Rex. Ela está atrasada para ir a um casamento, quando encontra um carteiro perdido. No caminho, passa pelo brejo, pela plantação de café e mostra para o público o universo caipira.

Esse universo caipira é um mundo distante de muita gente nos dias de hoje. Qual é a recepção do público?
Rex, o cachorro, é uma figura muito lúdica. Ele é representado por um ator. Isso aproxima muito o personagem das crianças. O texto também é ótimo, simples, e todo mundo se identifica.
“Sapecado” não é seu primeiro trabalho ao lado de Marcelo Romagnoli, que assina o texto e a direção do espetáculo…
Marcelo e eu somos da mesma cidade, São José do Rio Pardo (SP). A gente se conhece desde a infância e anos depois nos reencontramos em São Paulo, onde ele foi estudar direção e eu, interpretação. Aí veio a Banda Mirim, que é um encontro de amigos, fazendo música com texto para amigos; e os espetáculos “Felizardo”, “”O Menino Teresa” e “Sapecado”.
Você atuou em “Domésticas” no cinema; na novela “Avenida Brasil”, deu vida a Janaína, empregada de Tufão (Murilo Benício) e Carminha (Adriana Esteves). Agora, em “Mr. Brau”, é a governanta Catarina. Por que fazer personagens com funções tão semelhantes?
É uma sina (risos). Eu não faria personagens repetidos, mas cada uma delas tinha uma história além de suas funções. Num primeiro momento, não aceitei fazer a Janaína, justamente porque já tinha feito “Domésticas”. Mas quando soube que ela teria um filho envolvido em crimes, topei. A Catarina também não aceitei de cara. Mas queria essa experiência de fazer uma série na TV. E ela tem esse lance de dar conselhos para a patroa e o romance com o porteiro…
Quais são os próximos projetos na TV e no teatro?
Sigo em turnê com o espetáculo “Sapecado” e, agora em maio, termino de gravar a segunda temporada de “Mr. Brau”. Existe 90% de chance para que a série tenha a terceira temporada. Se isso se concretizar, as gravações só vão acontecer no segundo semestre. No próximo mês, começo a gravar com a Júlia Rabello (Porta dos Fundos) “De Perto Ninguém É Normal”, novo programa do GNT, com esquetes e entrevistas. A estreia deve acontecer entre outubro e setembro. Nos próximos meses, também pretendo voltar com as atuações no teatro para adultos.
Dias 14/5 e 15/5 (sábado e domingo), às 17h. No Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2). Entrada franca. Classificação indicativa livre.
