Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Entretenimento

Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental

Produções vão adaptar livro escrito sobre o caso, quando em outubro de 2025, ladrões roubaram várias joiais do museu francês

26/05/2026 13:27
Kiran Ridley/Getty Images
foto com cor. roubo no museu do louvre - metrópoles

O emblemático roubo ao museu do Louvre quando, em outubro de 2025, um grupo de ladrões levou bilhões em joias da realeza francesa vai ser inspiração para um filme e uma série documental produzidos na Europa.

A editora Flammarion anunciou nesta terça-feira (26/5) que os direitos de adaptação do livro Main Basse Sur le Louvre (Assalto ao Louvre, em tradução livre) – dos jornalistas  Jean Michel Décugis, Jérémie Pham Lê e Nicolas Torrent – foram vendidos e serão adaptados para o audiovisual.

Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - destaque galeria
8 imagens
Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - imagem 2
Neal e Senne burlaram a segurança do Louvre
Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - imagem 4
As joias pertenceram a figuras históricas do período napoleônico
O crime audacioso chocou os moradores de Paris
Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - imagem 1
1 de 8

Reprodução/ TF1
Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - imagem 2
2 de 8

Daniela Nowitz/Getty Images
Neal e Senne burlaram a segurança do Louvre
3 de 8

Neal e Senne burlaram a segurança do Louvre

Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - imagem 4
4 de 8

Kiran Ridley/Getty Images
As joias pertenceram a figuras históricas do período napoleônico
5 de 8

As joias pertenceram a figuras históricas do período napoleônico

Zhang Dengke/VCG via Getty Images
O crime audacioso chocou os moradores de Paris
6 de 8

O crime audacioso chocou os moradores de Paris

Zhang Dengke/VCG via Getty Images
Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - imagem 7
7 de 8

Kiran Ridley/Getty Images
Roubo no Museu do Louvre
8 de 8

Roubo no Museu do Louvre

Reprodução/ BFMTV

Receba no seu email as notícias de Celebridades

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

A produtora Iconoclast irá adaptar o caso em um longa-metragem dirigido por Romain Gavras. Um produtor do Reino Unido também adquiriu os direitos para a produção de uma série documental. Ambas as produções ainda não têm título ou previsão de estreia.

Assalto ao Louvre

No livro, os jornalistas relatam como “os ladrões de domingo” conseguiram invadir, por volta das 9h30 do dia 19 de outubro de 2025, uma das galerias mais valiosas de um dos museus com um dos mais renomados acervos do mundo ocidental.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Entretenimento

Os criminosos forçaram a entrada na Galeria Apolo do Museu do Louvre, em Paris, na França, cerca de 30 minutos após a abertura do museu ao público. O grande alvo do roubou foram as joias da Coroa francesa, avaliadas em mais 88 milhões de euros (cerca de R$ 516 milhões).

Roubo milionário ao Louvre vai virar filme e série documental - destaque galeria
7 imagens
Tiara que pertenceu à imperatriz Eugênia
Broche Relicário que foi roubado do Museu do Louvre, em Paris
Não roubado: o item mais caro da galeria Apollo, onde houve o roubo, um diamante de 140 quilates, avaliado em US$ 60 milhões (cerca de R$ 377 milhões), não foi levado pelos ladrões
Colar e brincos da imperadora Maria Luisa, segunda esposa de Napoleão Bonaparte, com 32 esmeraldas e 1.138 diamantes
Broche com 2.634 diamantes da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III. A peça foi adquirida só em 2008 pelo Louvre por 6,72 milhões de euros (cerca de R$ 42,2 milhões)
Coroa da imperatriz Eugênia, que foi recuperada horas depois do roubo danificada em uma rua de Paris, segundo a polícia
1 de 7

Coroa da imperatriz Eugênia, que foi recuperada horas depois do roubo danificada em uma rua de Paris, segundo a polícia

Divulgação/Museu do Louvre
Tiara que pertenceu à imperatriz Eugênia
2 de 7

Tiara que pertenceu à imperatriz Eugênia

Museu do Louvre/Divulgação
Broche Relicário que foi roubado do Museu do Louvre, em Paris
3 de 7

Broche Relicário que foi roubado do Museu do Louvre, em Paris

Museu do Louvre/Divulgação
Não roubado: o item mais caro da galeria Apollo, onde houve o roubo, um diamante de 140 quilates, avaliado em US$ 60 milhões (cerca de R$ 377 milhões), não foi levado pelos ladrões
4 de 7

Não roubado: o item mais caro da galeria Apollo, onde houve o roubo, um diamante de 140 quilates, avaliado em US$ 60 milhões (cerca de R$ 377 milhões), não foi levado pelos ladrões

Divulgação/Museu do Louvre
Colar e brincos da imperadora Maria Luisa, segunda esposa de Napoleão Bonaparte, com 32 esmeraldas e 1.138 diamantes
5 de 7

Colar e brincos da imperadora Maria Luisa, segunda esposa de Napoleão Bonaparte, com 32 esmeraldas e 1.138 diamantes

Divulgação/Museu do Louvre
Broche com 2.634 diamantes da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III. A peça foi adquirida só em 2008 pelo Louvre por 6,72 milhões de euros (cerca de R$ 42,2 milhões)
6 de 7

Broche com 2.634 diamantes da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III. A peça foi adquirida só em 2008 pelo Louvre por 6,72 milhões de euros (cerca de R$ 42,2 milhões)

Divulgação/Museu do Louvre
Coroa com safiras e quase 2.000 diamantes e colar com oito safiras do Sri Lanka e mais de 600 diamantes da rainha consorte Maria Amélia (a foto também exibe brincos e um broche, mas as peças não foram levadas)
7 de 7

Coroa com safiras e quase 2.000 diamantes e colar com oito safiras do Sri Lanka e mais de 600 diamantes da rainha consorte Maria Amélia (a foto também exibe brincos e um broche, mas as peças não foram levadas)

Divulgação/Museu do Louvre

Ao todo, oito joias históricas foram levadas. Uma nona peça, a coroa da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III, foi encontrada danificada na rua, deixada pelos assaltantes durante a fuga. Segundo a ministra da Cultura da França, Rachida Dati, a coroa é composta por 1.354 diamantes e 56 esmeraldas.

Nenhuma das outras oito joias foi encontrada até então. Ao todo, sete pessoas foram presas semanas após o crime, que marcou o país como um sinal das falhas de segurança em um dos acervos mais importantes da história do país.