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Paciente 63: série original do Spotify traz brilho à ficção científica

Focado no gênero, o podcast é certeiro em sua proposta de trazer um mundo apocalíptico devastado por diversas pandemias

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Bruno Poletti/Spotify
Paciente 63, série original Spotify
1 de 1 Paciente 63, série original Spotify - Foto: Bruno Poletti/Spotify

Paciente 63, série do Spotify estrela por Mel Lisboa e Seu Jorge, traz um mundo apocalíptico em que dois viajantes do tempo retornam a 2012 para evitarem a propagação de uma outra pandemia, causada pelo vírus Pégaso. Com este tema, é claro que o podcast não poderia deixar de citar o coronavírus. Com uma temática como essa, a produção é certeira no objetivo de causar uma agonia nos ouvintes.

Ouça Paciente 63 no Spotify.

Antes de seguirmos para a crítica, confira a sinopse oficial do podcast.

Ano 2012. A doutora Elisa Amaral (Mel Lisboa) acorda dez anos antes dos acontecimentos mais marcantes da sua vida. Pedro Roiter (Seu Jorge) está encalhado em um futuro perdido e neste passado os papéis trocam: ela é a paciente enigmática de um terapeuta. Por que o ano de 2012? Por que ela? O amor é capaz de viajar no tempo? Maria Cristina Borges é uma ameaça letal? O vírus Pégaso é um destino do qual não se pode fugir? É o dever de Elisa salvar o futuro da humanidade novamente?

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Estrelado por Mel Lisboa e Seu Jorge, o podcast traz um recorte sobre a pandemia do novo coronavírus
Os dois vivem viajantes no tempo, que buscam mudar alguns acontecimentos do futuro
Seu Jorge durante as gravações de Paciente 63
Mel Lisboa durante as gravações de Paciente 63
Mel Lisboa durante as gravações de Paciente 63
Paciente 63, série original Spotify, chega à sua segunda temporada
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Paciente 63, série original Spotify, chega à sua segunda temporada

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Estrelado por Mel Lisboa e Seu Jorge, o podcast traz um recorte sobre a pandemia do novo coronavírus
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Estrelado por Mel Lisboa e Seu Jorge, o podcast traz um recorte sobre a pandemia do novo coronavírus

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Os dois vivem viajantes no tempo, que buscam mudar alguns acontecimentos do futuro
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Os dois vivem viajantes no tempo, que buscam mudar alguns acontecimentos do futuro

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Seu Jorge durante as gravações de Paciente 63
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Seu Jorge durante as gravações de Paciente 63

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Mel Lisboa durante as gravações de Paciente 63
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Mel Lisboa durante as gravações de Paciente 63

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Mel Lisboa durante as gravações de Paciente 63

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Seu Jorge durante as gravações de Paciente 63
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Seu Jorge durante as gravações de Paciente 63

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Crítica

Paciente 63 retornou ao Spotify para a sua segunda temporada. Diferentemente do que aconteceu nos primeiros 10 episódios, disponibilizados em julho de 2021, essa sequência aprofunda e busca solucionar os mistérios propostos quando a produção foi ao ar.

Elisa retorna a 2012 para evitar os acontecimentos que precedem o fim do mundo em 2062, em que Maria Cristina Borges seria a paciente 0 do Pégaso. Isso desencadeia uma série de mudanças na série e diversos papéis se invertem quando comparamos os dois conjuntos de episódios.

Se, na primeira, Elisa (Mel Lisboa) é a personagem que precisa ser convencida do que acontece no futuro por Pedro, na segunda é a médica quem precisa fazer com que ele acredite em seu relato.

A série busca incomodar e trazem uma crítica às nossas atitudes não só em relação ao novo coronavírus, mas em nossas relações em um mundo sem pandemia. E esse é tremendo acerto da produção, que foi criada pelo chileno Julio Rojas e dirigido por Gustavo Kurlat.

Ao ouvir os episódios, os fãs da série sentem aquela agonia e passam a refletir sobre o que está sendo passado. E não são só os espectadores que passam por isso. Seu Jorge e Mel Lisboa também relataram um certo desconforto. Mesmo assim, a curiosidade e a sequência de acontecimentos trazer uma reflexão interessante e prende aqueles que estão apreciando a audio série.

“Eu acho que a série impacta muito por esse reconhecimento imediato com a nossa realidade. No que isso vai resultar? Eu acho que todas as questões sobre como vamos sair dessa pandemia são muito impactantes. O que está sendo falado ali não é uma coisa absurdamente fora da realidade”, explica Mel Lisboa.

A trilha sonora e os efeitos também trazem uma particularidade para o aúdio, buscando aprofundar e melhorar, ainda mais, a experiência do ouvinte, outro grande acerto.

“É extremamente sensorial e faz com que tudo atue dentro das pessoas, de se colocar na cabeça do ouvinte, um ambiente, um lugar, uma temperatura, uma dinâmica e todos os sentimentos possíveis. A voz, todo o trabalho da ambientação, da trilha e dos efeitos sonoros, eu acho que podem promover a série”, pontuou Seu Jorge, quando o assunto é a ficção no Spotify.

Paciente 63 é uma adaptação da série Caso 63, que foi lançada originalmente no Chile. No Brasil, a produção ficou no 1º lugar entre os mais ouvidos na Parada de Podcasts do Spotify e permaneceu assim após as três primeiras semanas após o lançamento e, também, ficou em 1º lugar na categoria Ficção.

Avaliação: Excelente.

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