O que significa Dark Horse, termo ligado a Flávio e Jair Bolsonaro
Termo popular no inglês, Dark Horse é o título da cinebiografia de Jair Bolsonar e voltou a ser assunto na campanha de Flávio

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a comentar a produção de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, em um evento da campanha eleitoral à Presidência da República, em São Paulo (SP), na manhã desta quinta-feira (20/8).
O título da obra baseada na campanha eleitoral do ex-presidente em 2018 pode ser traduzido do inglês como “O Azarão”, termo que representa o participante mais subestimado e menos provável de vencer em uma competição. A palavra faz referência à eleição de Bolsonaro que, nas primeiras semanas da corrida eleitoral, não era dado como favorito pelas pesquisas.
A equipe do filme optou por um termo em inglês, pois Dark Horse se trata de uma produção dos Estados Unidos, com cenas gravadas no Brasil e brasileiros na equipe de produção. O ator principal é o norte-americano Jim Caviezel, que interpretou Jesus em A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, e antes mesmo dos escândalos ligados a Daniel Vorcaro e ao Banco Master, o filme já era motivo de polêmicas.
Veja quem é quem no filme:
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles EntretenimentoQuando Dark Horse vai estrear no Brasil?
- A estreia mundial de Dark Horse está marcada para o dia 11 de setembro nos cinemas dos Estados Unidos. No Brasil, porém, a distribuidora Europa Filmes aguarda os trâmites da Agência Brasileira de Cinema (Ancine) para definir a data do lançamento.
- Para chegar aos cinemas brasileiros, a empresa precisa obter dois documentos: o Certificado de Registro de Título (CRT) no banco de dados da agência e o Registro de Obra Estrangeira (ROE).
- Ao Metrópoles, a distribuidora Europa Filmes afirmou que protocolou o primeiro pedido de regulamentação e aguarda a análise da Ancine.
Escândalo do financiamento de Dark Horse
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi questionado sobre a cinebiografia baseada na história do pai pois o filme esteve no centro de uma polêmica que abalou à pré-candidatura do parlamentar. Uma reportagem do The Intercept Brasil revelou um áudio em que o senador aparece negociando recursos com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para viabilizar a produção.
A Go Up Entertainment negou que recursos do empresário ou de associados ao Banco Master tenham sido utilizados no longa e afirmou que a identidade dos investidores é protegida pela legislação norte-americana.
Na ocasião, o deputado federal Mario Frias (PL-RJ), roteirista do filme, também afirmou que Flávio Bolsonaro não possui participação societária na produção nem na empresa responsável pelo longa, tendo apenas cedido os direitos de imagem da família Bolsonaro para a realização do projeto.































