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Música

Pop, rap, psicodelia e protesto: 10 fatos sobre o 19º Porão do Rock

O festival Porão do Rock retornou neste sábado (29/10), com 28 shows no estacionamento do Mané Garrincha

30/10/2016 17:01, atualizado 31/10/2016 11:28
Giovanna Bembom/Metrópoles
Pop, rap, psicodelia e protesto: 10 fatos sobre o 19º Porão do Rock

Mais modesto e morno do que em anos anteriores, tanto em estrutura quanto em atrações, o Porão do Rock teve sua 19ª edição realizada no sábado (29/10), no estacionamento do estádio Mané Garrincha. Foi um evento mais baseado na nostalgia do que em novidades. O friozinho e a chuva afastaram o público nas primeiras horas. Depois, a partir das 22h, a plateia compareceu: 15 mil, menos que os 20 mil da edição 2015.

Nação Zumbi, Planet Hemp e Ira! — essas últimas duas estreando no festival — entregaram shows apegados ao passado e à memória afetiva dos fãs. Até o “papito” Supla, que tocou cedinho, às 18h, também apostou no flashback e nos hits de sempre.

O poder de revelar bandas, uma das marcas do Porão, pôde ser notado de maneira pontual em algumas atrações. Almirante Shiva, com seu rock psicodélico, retrô e de pose setentista, foi o destaque entre as formações de Brasília.

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Entre as estreantes, a Boogarins (GO) navegou por caminhos ainda mais oníricos. A Oitão, grupo hardcore do chef de cozinha e jurado do “MasterChef” Henrique Fogaça, chamou a atenção pela energia no palco dedicado ao rock pesado.

Veja 10 fatos sobre o 19º Porão do Rock:

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O público jovem do festival teve que desembolsar uma graninha para se divertir bebendo: lata da cerveja Budweiser a R$ 8
Rapper mais popular do Brasil no momento, Emicida tocou cedo, às 18h55, mas cativou: hip-hop vitaminado pelo peso dos percussionistas
Alguns protestos de bandas marcaram o Porão. Du Peixe, da Nação Zumbi: "Vamos gritar e vamos pra rua". O público gritou "Fora, Temer" depois do show da Boogarins
Foi um festival cheio, mas não exatamente lotado. A galera começou a chegar mesmo a partir da Nação Zumbi, às 21h25. Os medalhões Ira! e Planet Hemp também atraíram fãs
Henrique Fogaça é conhecido por ser o cozinheiro mais heavy metal do país
Fez frio no comecinho da noite, entre 18h e 20h. Supla, portanto, tratou de investir no calor humano
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Fez frio no comecinho da noite, entre 18h e 20h. Supla, portanto, tratou de investir no calor humano

O público jovem do festival teve que desembolsar uma graninha para se divertir bebendo: lata da cerveja Budweiser a R$ 8
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O público jovem do festival teve que desembolsar uma graninha para se divertir bebendo: lata da cerveja Budweiser a R$ 8

Rapper mais popular do Brasil no momento, Emicida tocou cedo, às 18h55, mas cativou: hip-hop vitaminado pelo peso dos percussionistas
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Rapper mais popular do Brasil no momento, Emicida tocou cedo, às 18h55, mas cativou: hip-hop vitaminado pelo peso dos percussionistas

GIOVANNA BEMBOM/METRÓPOLES
Alguns protestos de bandas marcaram o Porão. Du Peixe, da Nação Zumbi: "Vamos gritar e vamos pra rua". O público gritou "Fora, Temer" depois do show da Boogarins
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Alguns protestos de bandas marcaram o Porão. Du Peixe, da Nação Zumbi: "Vamos gritar e vamos pra rua". O público gritou "Fora, Temer" depois do show da Boogarins

Giovanna Bembom/Metrópoles
Foi um festival cheio, mas não exatamente lotado. A galera começou a chegar mesmo a partir da Nação Zumbi, às 21h25. Os medalhões Ira! e Planet Hemp também atraíram fãs
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Foi um festival cheio, mas não exatamente lotado. A galera começou a chegar mesmo a partir da Nação Zumbi, às 21h25. Os medalhões Ira! e Planet Hemp também atraíram fãs

Giovanna Bembom/Metrópoles
Henrique Fogaça é conhecido por ser o cozinheiro mais heavy metal do país
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Henrique Fogaça é conhecido por ser o cozinheiro mais heavy metal do país

Boogarins, da forte cena goiana, foi uma das melhores atrações estreantes no festival em 2016: psicodelia e sons oníricos
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Boogarins, da forte cena goiana, foi uma das melhores atrações estreantes no festival em 2016: psicodelia e sons oníricos

Gerdan Wesley/Porão do Rock/Divulgação
Edgard Scandurra, da banda IRA!
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Edgard Scandurra, da banda IRA!

Almirante Shiva foi um dos principais destaques entre as bandas de Brasília: som psicodélico e vibe setentista
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Almirante Shiva foi um dos principais destaques entre as bandas de Brasília: som psicodélico e vibe setentista

Gerdan Wesley/Porão do Rock/Divulgação
Os irreverentes Marcelo D2 e BNegão, da Planet Hemp, foram outros roqueiros experientes que fizeram show em estilo jukebox: só hits para animar a galera
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Os irreverentes Marcelo D2 e BNegão, da Planet Hemp, foram outros roqueiros experientes que fizeram show em estilo jukebox: só hits para animar a galera

Gerdan Wesley/Porão do Rock/Divulgação