Nova geração descobre Barão Vermelho e se encanta com legado de Cazuza

Formado por Guto Goffi, Maurício Barros, Fernando Magalhães e Rodrigo Suricato, o Barão Vermelho está na estrada há 40 anos

atualizado

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Paduardo, Denilson Santos e Thiago Duran / Divulgacão João Rock
Foto colorida do Barão Vermelho - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida do Barão Vermelho - Metrópoles - Foto: Paduardo, Denilson Santos e Thiago Duran / Divulgacão João Rock

Quem é apaixonado pelo rock nacional, com certeza conhece o Barão Vermelho. Formada por Guto Goffi, Maurício Barros, Fernando Magalhães e Rodrigo Suricato, a banda segue tocando e lançando músicas, além de levar a essência do gênero musical a diversos shows e festivais, como aconteceu no João Rock, realizado em Ribeirão Preto (SP), em junho deste ano. 

Durante o evento, Maurício e Fernando comentaram sobre a longevidade do projeto, que começou em 1981 e, mesmo com pausas na carreira, segue na atividade. Os músicos abriram o jogo, ao Metrópoles, sobre como se apresentam à nova geração, que não acompanhou o grupo desde a formação inicial.

“Para gente é uma felicidade estar mostrando o trabalho do Barão, depois de 40 anos, para várias gerações novas. A gente teve o filme do Cazuza, há um tempo atrás, teve o documentário do Barão e sempre foi acendendo a curiosidade da época do Cazuza, do Frejat, agora com a época do Suricato”, declarou Fernando.

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Maurício explicou que já ouviu muitas pessoas dizerem que não sabiam sobre Cazuza na banda
O Barão Vermelho se apresentou no palco principal do João Rock
E representou o rock nacional com músicas clássicas
Fernando Magalhães, do Barão Vermelho, explicou como a banda se apresenta à nova geração
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Fernando Magalhães, do Barão Vermelho, explicou como a banda se apresenta à nova geração

Paduardo, Denilson Santos e Thiago Duran / Divulgacão João Rock
Maurício explicou que já ouviu muitas pessoas dizerem que não sabiam sobre Cazuza na banda
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Maurício explicou que já ouviu muitas pessoas dizerem que não sabiam sobre Cazuza na banda

Paduardo, Denilson Santos e Thiago Duran / Divulgacão João Rock
O Barão Vermelho se apresentou no palco principal do João Rock
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O Barão Vermelho se apresentou no palco principal do João Rock

Paduardo, Denilson Santos e Thiago Duran / Divulgacão João Rock
E representou o rock nacional com músicas clássicas
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E representou o rock nacional com músicas clássicas

Paduardo, Denilson Santos e Thiago Duran / Divulgacão João Rock

Ele ainda contou que é legal mostrar o repertório que construiu ao longo da carreira. “Acho que a galera nova está curtindo porque eu acho que é uma sonoridade que não é muita banda que faz”, comemorou.

Para Maurício, festivais como o João Rock ajudam a nova geração a conhecerem a banda. “Você pega públicos que não necessariamente estariam atentos para verem ou ouvirem o som do barão. É muito comum que as pessoas saem do show e falem: ‘Caramba, eu conhecia todas as músicas e eu nem estava ligado’. Muitas pessoas, por incrível que pareça, não sabem, não lembram que o Cazuza fez parte do Barão. Para a gente, parece muito absurdo, mas já vimos casos de pessoas falando”, completou.

A mudança do rock ao longo dos anos

As artes mudam com o tempo — e com o rock não é diferente. Questionado sobre a evolução do gênero, Maurício Barros destacou que, mesmo com as transformações, o espírito do rock continua vivo e atraindo novas gerações.

“O rock mudou bastante, a música mudou bastante, mas, principalmente, o mundo mudou bastante. As letras mudaram de contexto. O que era relevante nos anos 1980, como temas ligados à guerra, infelizmente ainda é atual. Acho que o que mais mudou foi o texto. Hoje há estilos novos, mas ainda muita coisa relevante sendo feita”, afirmou o músico.

Ele também exaltou o poder do gênero de se renovar constantemente: “Sempre vai ter um garoto, em algum lugar do mundo, tocando uma guitarra, um instrumento”.

Em 2023, o Barão Vermelho venceu o Prêmio Multishow de Melhor Rock com a música Do Tamanho da Vida, feita a partir de uma letra inédita de Cazuza. Segundo Fernando Magalhães, a escolha do material teve um momento especial nos bastidores.

“A Lucinha [Araújo], mãe do Cazuza, nos ofereceu várias letras guardadas. A gente leu, escolheu com carinho, trabalhou junto e transformou uma delas em música”, contou o guitarrista.

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