Gabriel Correa aposta na beleza e no talento para ganhar o “The Voice”
O cantor brasiliense vê no reality musical uma oportunidade para bombar a carreira
atualizado
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Sertanejo gato. Esse é o apelido que o brasiliense Gabriel Corrêa, 31 anos, ganhou desde que entrou para a atual edição do “The Voice Brasil”. O morador do Guará gostou (quem não ficaria lisonjeado, né?), mas enxerga na beleza muito mais que um elogio. Ele vê uma oportunidade de bombar a carreira.
Gabriel se inspira no sertanejo Lucas Lucco, conhecido pelas músicas, pela barriga tanquinho e pelo estilo. “Tudo que agregar à minha carreira é bem-vindo. No mercado (musical), você é um produto e ser o ‘sertanejo gato’ é mais um atrativo”, conta o cantor.
Entender o mercado musical parece ser a especialidade de Gabriel. Ele, que também é fã de Adam Levine, começou em 2006 com uma banda de música internacional. Em 2015, o brasiliense sacou que o sertanejo tinha virado o novo pop e deu uma guinada na carreira.
Sertanejo pop
Da época do pop-rock, Gabriel mantém o estilo: barba bem aparada, tatuagem e roupas descoladas. O que mudou foi o repertório. Nada mais de hits internacionais. Agora ele aposta nos sucessos de Lucas Lucco, Luan Santana, Jorge & Mateus e Gusttavo Lima.
Ouvia mais música internacional. Quando mudei de estilo, pedi ajuda para os meus amigos, que são aficionados pelo sertanejo
Gabriel Correa
A mudança deu certo. Além do “The Voice”, Gabriel já vê a agenda ficar mais recheada de apresentações. “Ligo para oferecer show e o pessoal já me conhece. Aparecer na tevê facilitou bastante”, revela. Na última sexta (19/11), ele se apresentou ao lado de Fernando & Sorocaba, na boate Bamboa.
Pacato cidadão
Nascido e crescido no Guará, Gabriel mora no bairro até hoje. A carreira musical começou na Igreja Nova Vida — onde estudou canto e fez as primeiras apresentações.
Até hoje, Gabriel faz aulas de canto. Ele divide os estudos musicais com a academia — essencial para manter a boa aparência. A rotina também abriga shows e um prazer especial. “Meu lugar predileto em Brasília é o Outback. Adoro comer lá”, confessa. “Não tomo o chopp, bebida não tem vez na minha vida”, alerta.
Balada? Por incrível que pareça não é a praia dele. “Quando não estou fazendo shows, prefiro ficar longe das festas. Vou ao cinema, ao teatro, malho ou fico em casa mesmo”, revela.













