Mulheres acusam James Franco de assédio sexual em escola de atuação
De acordo com o processo obtido pelo Daily News, os acusados cometeram crimes contra centenas de estudantes
atualizado
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Duas mulheres estão processando James Franco e seus sócios por chefiarem uma escola de atuação que alegadamente era apenas um disfarce para a exploração sexual de jovens atrizes. Sarah Tither-Kaplan e Toni Gaal o acusaram nessa quinta-feira (03/10/2019), citando assédio sexual, descriminação sexual e fraude, entre outras acusações.
As mulheres alegam que Franco e seus sócios abriram a escola Studio 4 para que “ela criasse e mantivesse uma produção de mulheres jovens e impressionáveis que iam sendo enviadas a Franco e seus ‘amigos’ com a intenção de explorá-las financeiramente e sexualmente”. De acordo com o processo obtido pelo Daily News, os acusados cometeram crimes contra centenas de estudantes.
Ainda de acordo com a defesa, os homens prometeram trabalhos em filmes e televisão em troca de nudez, sexo e, como foi descrito por Franco, “passando dos limites”. Tither-Kaplan foi uma das cinco mulheres que acusaram o ator de má conduta sexual em 2018. Em um programa de TV, o ator negou veementemente as acusações.
No novo processo, Tither-Kaplan lembra de uma aula chamada Master Class de cenas de sexo, ensinada por Franco pessoalmente, e que custava US$ 750, além de vê-lo remover a proteção vaginal de atrizes quando estava “simulando” sexo oral nelas. A jovem ainda lembra de ser contratada para ser filmada completamente nua para um dos filmes de Franco por US$ 100 por dia, e algum tempo depois encontrou suas cenas em um site pornográfico.










