Escritora brasiliense lança livro sobre vestimentas jurídicas
Katia Albuquerque explica a origem e a importância destas vestes nos ritos da Justiça
atualizado
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As roupas que os juízes, de promotores, ou de defensores públicos são marcadas por significados históricos que caracterizam a imagem e a identidade das instituições jurídicas às quais eles atuam. No livro A toga e A Beca: Vestes Talares, a escritora Katia Albuquerque visita a história e importância das vestimentas no ambiente e nos ritos jurídicos. A obra será lançada no dia 18 de fevereiro, no Espaço Cultural do Superior Tribunal e Justiça (STJ).
No livro, Katia fala sobre a influência da Igreja e das universidades no processo que consolidou o uso das vestes talares, em mais de dois mil anos de história. A autora também reúne informação documental e iconográfica sobre as roupas, e aborda, ainda, a questão da feminilização das funções judiciárias.
A autora confirma que em todos os países, onde estão em uso vestes judiciárias, as mulheres transformaram os trajes masculinos em indumentária unissexo.

O livro tem o prefácio do Ministro Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Humberto Martins. O posfácio é do decano do Cerimonial Brasileiro Marcílio Reinaux. A obra inédita no Brasil está sendo publicada pela Editora Alagoana Gogó da Ema, e é indicada para magistrados, promotores, procuradores, defensores públicos, advogados, membros dos tribunais de contas, universitários e reitores.
Katia Albuquerque é bacharel em direito, em administração de recursos humanos e especialista em gestão empresarial. Líder coach e analista de mapeamento de perfil comportamental. É palestrante, conferencista e mestre de cerimônias em eventos nacionais e internacionais.
Lançamento do livro A toga e a beca: vestes talares
No dia 18 de fevereiro, às 18h30, no Espaço Cultural do Superior Tribunal e Justiça (STJ)
