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Artes Plásticas

Conheça os artistas selecionados para o II Prêmio Vera Brant

Cecília Lima (foto), foi a escolhida para a residência artística em Barcelona, na Espanha

21/02/2019 18:33
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Raissa Studart/Divulgação
Conheça os artistas selecionados para o II Prêmio Vera Brant

Nesta semana, o II Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea anunciou os nomes dos 12 artistas brasilienses selecionados para uma residência artística com duração de dois meses, na Casa Niemeyer, em colaboração com a Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília (CAL/UnB). As obras produzidas nesse período irão compor uma exposição coletiva, a ser realizada no Foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional de Brasília, entre 5 de abril a 17 de maio.

A seleção também premiou um dos 12 escolhidos para fazer residência artística em Barcelona, na Espanha, por um período de até cinco semanas, entre 25 de março e 4 de abril deste ano. A felizarda foi Cecília Lima. Estudante de Artes Visuais na Universidade de Brasília, a artista expõe regularmente e trabalha no Laboratório de Forja e Fundição da UnB, onde desenvolve pesquisas em escultura, performance.

Conheça os artistas selecionados para o II Prêmio Vera Brant - destaque galeria
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Silvie Eidam nasceu em Frankfurt/Main, na Alemanha, e, hoje em dia, vive no Brasil. Seu
avô, o pintor Wilhelm Eidam, foi quem encorajou a produção artística de Silvie desde sua infância. Ela foi aluna das artistas locais Andrea Simon e Beatrix Pohle-Stiehl, e continuou sua formação artística estudando artes plásticas na Universidade de Brasília e no Goldsmiths College, em Londres. Durante os anos na universidade, Silvie participou efetivamente em grupos ativistas feministas em Brasília e em Londres. Tal engajamento reverberou em sua arte em representações do corpo feminino e identidades políticas em uma grande variedade de mídias. Desde 2005, os trabalhos de Silvie compõem diversas
exibições coletivas
Bárbara Paz é artista visual, tem 22 anos, vive e trabalha em Brasília. Graduanda em Artes
Visuais, na Universidade de Brasília (UnB), trabalha, no presente momento, com
pesquisas em materiais têxteis, projeções (vídeo mapping), escultura, fotografia e desenho
Amanda Naomi Yuki tem 24 anos e é Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de
Brasília (UnB). Nyuki, como assina em tanto que artista, tem atuação em escultura, mais
especificamente em bricolagem
Gustavo Silvamaral tem 24 anos e é graduando em Artes Visuais na Universidade de
Brasília. Pintor, participa, desde 2015, do grupo de pesquisa Corpos Informáticos,
coordenado por Bia Medeiros, e também é assistente da artista Iracema Barbosa
Arnaldo Saldanha reside em Brasília e é artista visual e repórter fotográfico. Possui
experiência e tem interesse em diversas linguagens artísticas. No momento, desenvolve
projetos direcionados à fotografia documental e contemporânea
Conheça os artistas selecionados para o II Prêmio Vera Brant - imagem 1
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Facebook/Reprodução
Silvie Eidam nasceu em Frankfurt/Main, na Alemanha, e, hoje em dia, vive no Brasil. Seu
avô, o pintor Wilhelm Eidam, foi quem encorajou a produção artística de Silvie desde sua infância. Ela foi aluna das artistas locais Andrea Simon e Beatrix Pohle-Stiehl, e continuou sua formação artística estudando artes plásticas na Universidade de Brasília e no Goldsmiths College, em Londres. Durante os anos na universidade, Silvie participou efetivamente em grupos ativistas feministas em Brasília e em Londres. Tal engajamento reverberou em sua arte em representações do corpo feminino e identidades políticas em uma grande variedade de mídias. Desde 2005, os trabalhos de Silvie compõem diversas
exibições coletivas
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Silvie Eidam nasceu em Frankfurt/Main, na Alemanha, e, hoje em dia, vive no Brasil. Seu avô, o pintor Wilhelm Eidam, foi quem encorajou a produção artística de Silvie desde sua infância. Ela foi aluna das artistas locais Andrea Simon e Beatrix Pohle-Stiehl, e continuou sua formação artística estudando artes plásticas na Universidade de Brasília e no Goldsmiths College, em Londres. Durante os anos na universidade, Silvie participou efetivamente em grupos ativistas feministas em Brasília e em Londres. Tal engajamento reverberou em sua arte em representações do corpo feminino e identidades políticas em uma grande variedade de mídias. Desde 2005, os trabalhos de Silvie compõem diversas exibições coletivas

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Bárbara Paz é artista visual, tem 22 anos, vive e trabalha em Brasília. Graduanda em Artes
Visuais, na Universidade de Brasília (UnB), trabalha, no presente momento, com
pesquisas em materiais têxteis, projeções (vídeo mapping), escultura, fotografia e desenho
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Bárbara Paz é artista visual, tem 22 anos, vive e trabalha em Brasília. Graduanda em Artes Visuais, na Universidade de Brasília (UnB), trabalha, no presente momento, com pesquisas em materiais têxteis, projeções (vídeo mapping), escultura, fotografia e desenho

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Amanda Naomi Yuki tem 24 anos e é Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de
Brasília (UnB). Nyuki, como assina em tanto que artista, tem atuação em escultura, mais
especificamente em bricolagem
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Amanda Naomi Yuki tem 24 anos e é Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB). Nyuki, como assina em tanto que artista, tem atuação em escultura, mais especificamente em bricolagem

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Gustavo Silvamaral tem 24 anos e é graduando em Artes Visuais na Universidade de
Brasília. Pintor, participa, desde 2015, do grupo de pesquisa Corpos Informáticos,
coordenado por Bia Medeiros, e também é assistente da artista Iracema Barbosa
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Gustavo Silvamaral tem 24 anos e é graduando em Artes Visuais na Universidade de Brasília. Pintor, participa, desde 2015, do grupo de pesquisa Corpos Informáticos, coordenado por Bia Medeiros, e também é assistente da artista Iracema Barbosa

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Arnaldo Saldanha reside em Brasília e é artista visual e repórter fotográfico. Possui
experiência e tem interesse em diversas linguagens artísticas. No momento, desenvolve
projetos direcionados à fotografia documental e contemporânea
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Arnaldo Saldanha reside em Brasília e é artista visual e repórter fotográfico. Possui experiência e tem interesse em diversas linguagens artísticas. No momento, desenvolve projetos direcionados à fotografia documental e contemporânea

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A artista visual Raissa Studart é graduada na Universidade de Brasília (UnB) e tem, como
material de trabalho, objetos coletados, materiais de alvenaria, tesouros herdados e
assentamentos da memória. Ela desenvolve sua pesquisa em escultura, instalação, vídeo e pintura, sempre guiada
pela materialidade. Participa de exposições coletivas desde 2015. No momento presente,
a artista navega pela insistência das águas e arquiteturas em sua produção
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A artista visual Raissa Studart é graduada na Universidade de Brasília (UnB) e tem, como material de trabalho, objetos coletados, materiais de alvenaria, tesouros herdados e assentamentos da memória. Ela desenvolve sua pesquisa em escultura, instalação, vídeo e pintura, sempre guiada pela materialidade. Participa de exposições coletivas desde 2015. No momento presente, a artista navega pela insistência das águas e arquiteturas em sua produção

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Capra Maia nasceu em Brasília, onde se graduou em Artes Visuais pela Universidade de
Brasília (UnB). Seu trabalho transita entre pintura, desenho, escultura, objetos e, mais recentemente,
vídeo e instalação
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Capra Maia nasceu em Brasília, onde se graduou em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB). Seu trabalho transita entre pintura, desenho, escultura, objetos e, mais recentemente, vídeo e instalação

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Rafael da Escóssia, 25 anos, é “artisão” e dona e casa. Formou-se em Direito e Ciências
Anarco-Penais na Universidade de Brasília (UnB) e, hoje, atua jurídico-artisticamente para
pensar expectativas, normativas e relações institucionais. Trabalha de maneira
multimidiática, com ênfase em colagem, performance, instalação, intervenção e objetosregistros gestados pela presença. Interessa-se por relações de mimese, comicidade,
oficialidade/clandestinidade, legitimidade e suas ausências na sociedade
contemporânea
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Rafael da Escóssia, 25 anos, é “artisão” e dona e casa. Formou-se em Direito e Ciências Anarco-Penais na Universidade de Brasília (UnB) e, hoje, atua jurídico-artisticamente para pensar expectativas, normativas e relações institucionais. Trabalha de maneira multimidiática, com ênfase em colagem, performance, instalação, intervenção e objetosregistros gestados pela presença. Interessa-se por relações de mimese, comicidade, oficialidade/clandestinidade, legitimidade e suas ausências na sociedade contemporânea

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Fernanda Azou nasceu em Brasília, onde vive e atua como artista visual. Sua produção
está interligada com o comportamento geracional, e os trabalhos se iniciam de maneira
íntima, onde seus sentimentos, pensamentos e questões de gênero norteiam a pesquisa. Participou de exposições como “Illustratorinnen Kleiner Formats”, pela galeria Karne
Kunst, em Berlim; “Delphian 2018", pela Delphian Gallery, em Londres; “Como resistir no
mundo de hoje?”, na Escola de Belas Artes da UFBA, em Salvador; Onde anda a onda III,
no Espaço cultural Renato Russo, em Brasília
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Fernanda Azou nasceu em Brasília, onde vive e atua como artista visual. Sua produção está interligada com o comportamento geracional, e os trabalhos se iniciam de maneira íntima, onde seus sentimentos, pensamentos e questões de gênero norteiam a pesquisa. Participou de exposições como “Illustratorinnen Kleiner Formats”, pela galeria Karne Kunst, em Berlim; “Delphian 2018", pela Delphian Gallery, em Londres; “Como resistir no mundo de hoje?”, na Escola de Belas Artes da UFBA, em Salvador; Onde anda a onda III, no Espaço cultural Renato Russo, em Brasília

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Moisés Crivelaro, 35 anos, é graduado em artes visuais e mestre em poéticas
contemporâneas pela Universidade de Brasília (UnB). Trabalha poeticamente, expondo
desde 2003, tendo realizado pesquisas em fotografia, pintura e escultura. No momento
presente, o artista desenvolve produção com caneta esferográfica
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Moisés Crivelaro, 35 anos, é graduado em artes visuais e mestre em poéticas contemporâneas pela Universidade de Brasília (UnB). Trabalha poeticamente, expondo desde 2003, tendo realizado pesquisas em fotografia, pintura e escultura. No momento presente, o artista desenvolve produção com caneta esferográfica

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Patrícia Teles nasceu no Rio de Janeiro, tem 32 anos e é doutoranda em Arte e Tecnologia
na Universidade de Brasília (UnB). A artista é mestre em Lenguajes Artísticos Combinados
pela Universidad Nacional de las Artes, na Argentina, e bacharel em Direção Teatral pela
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Trabalha com vídeo, fotografia,
instalação e performance, interligando as técnicas
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Patrícia Teles nasceu no Rio de Janeiro, tem 32 anos e é doutoranda em Arte e Tecnologia na Universidade de Brasília (UnB). A artista é mestre em Lenguajes Artísticos Combinados pela Universidad Nacional de las Artes, na Argentina, e bacharel em Direção Teatral pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Trabalha com vídeo, fotografia, instalação e performance, interligando as técnicas

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Cecília Lima vive e trabalha nas planícies de Brasília e cursa Artes Visuais na Universidade
de Brasília (UnB). Cecília se aproxima e se afasta dos lugares cotidianos que habita por meio da caminhada e do olhar; está sempre em escavação pelos centros urbanos. A artista expõe regularmente e trabalha no Laboratório de Forja e Fundição da
Universidade de Brasília, onde desenvolve pesquisas em escultura, performance, instalação, fotografia e vídeo
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Cecília Lima vive e trabalha nas planícies de Brasília e cursa Artes Visuais na Universidade de Brasília (UnB). Cecília se aproxima e se afasta dos lugares cotidianos que habita por meio da caminhada e do olhar; está sempre em escavação pelos centros urbanos. A artista expõe regularmente e trabalha no Laboratório de Forja e Fundição da Universidade de Brasília, onde desenvolve pesquisas em escultura, performance, instalação, fotografia e vídeo

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Sobre o prêmio
Criado em 2016, o Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea chega à segunda edição em 2019. O concurso visa reconhecer e dar visibilidade a talentos das artes plásticas do Distrito Federal. Além de ter suas obras compondo uma exposição coletiva, cada artista selecionado receberá uma bolsa de R$ 3 mil.

Dos doze participantes da vivência na CAL/UnB, um deles será selecionado para fazer residência artística em Barcelona, na Espanha, por um período de até cinco semanas, entre 25 de março e 4 de abril de 2019, no Centro de Arte e Cultura Espronceda. Ao final da experiência no exterior, o artista fará uma exposição na galeria própria do centro.