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Entretenimento

Curta do DF é selecionado para Festival Internacional de Cinema Fantástico

Curta A Parede mistura suspense e horror para contar a história de uma jovem aprisionada na casa onde o corpo do pai foi ocultado

10/09/2026 16:18
Divulgação
Cena do curta-metragem A Parede

O curta-metragem A Parede, dirigido pelo brasiliense Fred Fernandes, foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema Fantástico do Ceará (Sinistro Festival), realizado entre 30 de setembro e 3 de outubro no estado. A obra mistura suspense psicológico e horror para contar a história de uma jovem trans mantida em cativeiro pelo próprio namorado.

A protagonista Amanda vive um relacionamento abusivo com Nico enquanto tenta escapar do isolamento em que se encontra. O namorado convive com esquizofrenia e, durante um surto, mata o próprio sogro e esconde o corpo em uma parede. A partir desse acontecimento, a trama ganha novos contornos.

Curta do DF é selecionado para Festival Internacional de Cinema Fantástico - destaque galeria
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Dirigido por Fred Fernandes, A Parede aborda saúde mental e violência por meio do horror
O curta brasiliense A Parede foi selecionado para o Sinistro Festival, no Ceará
A Parede mistura suspense psicológico e horror em uma trama ambientada na periferia
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A Parede mistura suspense psicológico e horror em uma trama ambientada na periferia

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Dirigido por Fred Fernandes, A Parede aborda saúde mental e violência por meio do horror
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Dirigido por Fred Fernandes, A Parede aborda saúde mental e violência por meio do horror

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O curta brasiliense A Parede foi selecionado para o Sinistro Festival, no Ceará
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O curta brasiliense A Parede foi selecionado para o Sinistro Festival, no Ceará

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“Acho que o que mais agrega no filme em questão de debates é principalmente esse debate da saúde mental na periferia. O que é essa saúde mental? Por que é um problema tão sério?”, afirma Fred Fernandes.

Segundo o cineasta, o horror serve como ponto de partida para discutir a assistência à saúde mental nas periferias. Nascido na Ceilândia, no Distrito Federal, Fernandes se inspira em vivências próximas à realidade periférica para abordar temas como isolamento, relações de vizinhança, falta de acesso a redes de apoio e a invisibilidade de situações de violência dentro das comunidades.