Os 10 melhores filmes do primeiro semestre segundo o Metrópoles

Passados os seis primeiros meses de 2016, fazemos uma breve retrospectiva do que houve de melhor nesse período nos cinemas e em serviços de streaming.

atualizado

metropoles.com

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Diamond Films/Divulgação
Os Oito Odiados
1 de 1 Os Oito Odiados - Foto: Diamond Films/Divulgação

Se você por acaso andou meio desligado das novidades cinematográficas neste ano, passe o olho na nossa seleção e se atualize. Aqui estão, em ordem de preferência, o top 10 filmes do primeiro semestre de 2016, segundo o Metrópoles. Tem blockbusters, longas alternativos e até musical brasileiro. Não concordou? Acha que faltou filme importante? Deixe sugestões e opiniões na nossa caixinha de comentários.

Mares Filmes/Divulgação

“Carol”, de Todd Haynes
Ignorado na categoria de melhor filme do Oscar. Azar da estatueta! O mais belo longa de 2016 consegue transformar o romance comedido entre as personagens de Rooney Mara e Cate Blanchett em uma história de amor universal. Uma narrativa sobre o poder de um gesto, de um olhar.

Disponível no Google Play, no iTunes, na Net Now e em DVD

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Divulgação

“O Cavalo de Turim”, de Béla Tarr
A partir de uma anedota do século 19 envolvendo Nietzsche e um cavalo salvo por ele, o húngaro Béla Tarr se propõe a acompanhar a história do animal e de seus donos. O resultado é um filme de enorme força física: a mortalidade refletida por meio da marcha interminável do cotidiano.

Ainda não disponível em serviços de streaming ou DVD/Blu-ray

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Weinstein Company/Divulgação

“Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino
O oitavo longa de Tarantino soa como uma espécie de “Cães de Aluguel” (1992) versão faroeste. Ele abriga numa taverna todo tipo de personagem. Cada ríspida conversa ajuda a formar uma crônica violenta sobre racismo, misoginia e xenofobia.

Disponível no Google Play, no iTunes, na Net Now e em DVD e Blu-ray

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Imovision/Divulgação

“A Assassina”, de Hou Hsiao-hsien
O novo filme do diretor chinês Hou Hsiao-Hsien relê a tradição da literatura e do cinema wuxia (gênero sobre artes marciais) de maneira poética e contemplativa. A intricada trama sobre uma assassina contratada para matar um político é narrada por cenas que mais parecem pinturas.

Disponível no iTunes

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Warner Bros./Divulgação

“Creed – Nascido para Lutar”, de Ryan Coogler
Derivado de Rocky Balboa, o filme aproveita a mítica de Sylvester Stallone para narrar a história do filho de Apollo Creed. Sem parecer oportunista, o drama rearranja elementos do original para fundar uma narrativa que consegue transcender as limitações de uma simples sequência.

Disponível no Google Play, no iTunes, na Net Now e em DVD e Blu-ray

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Paramount Pictures/Divulgação

“13 Horas – Os Soldados Secretos de Benghazi”, de Michael Bay
Melhor filme do cineasta-playboy Michael Bay desde “A Rocha” (1996) – o que diz muita coisa numa carreira que entregou “Pearl Harbor” (2001) e a franquia “Transformers”. Ao se associar ao fotógrafo Dion Beebe (“Miami Vice”), o diretor narra a guerra com um visual cristalino e faiscante.

Disponível no Google Play, no iTunes e em DVD (a partir de 6 julho)

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Netflix/Divulgação

“Hush – A Morte Ouve”, de Mike Flanagan
Único filme da lista lançado diretamente em streaming. Com uma ambientação mínima, resumida a uma casa no campo e a pistas sonoras e visuais, o filme narra um jogo de manipulação entre invasor sem nome e vítima – uma escritora surda e muda. Tenso até o último plano.

Disponível na Netflix

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Paramount Pictures/Divulgação

“A Grande Aposta”, de Adam McKay
O autor de “O Âncora” (2004) e “Quase Irmãos” (2008) filma a crise econômica de 2008 com olhar crítico sobre o capitalismo. Até o economês praticamente indecifrável parece mais satírico do que informativo: investidores engravatados nunca soaram tão bizarros e ridículos.

Disponível no Google Play, no iTunes, na Net Now e em DVD e Blu-ray

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Vitrine Filmes/Divulgação

“Sinfonia da Necrópole”, de Juliana Rojas
Codiretora de “Trabalhar Cansa” (2011), a paulistana mescla musical, terror e comédia romântica por meio de um coveiro incapaz de se adaptar ao ambiente do cemitério. Com zumbis e agentes funerários dançantes, o filme entrega um raro exercício de gênero no cinema brasileiro.

Disponível na Net Now

Leia entrevista com a diretora

Paramount/Divulgação

“Rua Cloverfield, 10”, de Dan Trachtenberg
Apesar de ser situado no universo de “Cloverfield” (2008), o filme desarma as expectativas e constrói um fim de mundo minimalista, concentrado nos aposentos de um bunker. John Goodman se revela um mestre da ambiguidade por meio de um personagem tão confiável quanto ameaçador.

Disponível no iTunes

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