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Cinema

Em Nove Dias, diretor brasileiro convida a refletir sobre a vida

Estreando em longas-metragens, Edson Oda trabalhou com o conceitos da diversidade para selecionar elenco estrelado

13/12/2021 02:00
Michael Coles/Sony Pictures
Edson Oda, diretor do filme Nove Dias

O filme Nove Dias, premiado no Festival de Sundance de 2020 e aclamado pela crítica, estreou no cinemas brasileiros nessa quinta-feira (9/12). No enredo, uma história intrigante. Will, personagem principal, interpretado por Winston Duke, é o responsável por uma casa de almas aspirantes ao direito de nascer e viver no mundo real. A produção, escrita e dirigida pelo brasileiro Edson Oda, conta com um elenco estrelado formado a partir de Winston Duke, um dos astros de Pantera Negra. Após um processo criterioso de entrevistas, Zazie Beetz, Benedict Wong, Tony Hale e Bill Skarsgård também se juntaram ao longa-metragem.

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A produção internacional é dirigida pelo brasileiro Edson Oda
Edson Oda, diretor do filme Nove Dias
Winston Duke interpreta Will em Nove Dias
Zazie Beetz interpreta Emma em Nove Dias
Benedict Wong interpreta Kyo em Nove Dias
Cenas do filme Nove Dias
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Cenas do filme Nove Dias

Divulgação/Sony Pictures
A produção internacional é dirigida pelo brasileiro Edson Oda
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A produção internacional é dirigida pelo brasileiro Edson Oda

Divulgação/Sony Pictures
Edson Oda, diretor do filme Nove Dias
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Edson Oda, diretor do filme Nove Dias

Michael Coles/Sony Pictures
Winston Duke interpreta Will em Nove Dias
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Winston Duke interpreta Will em Nove Dias

Divulgação/Sony Pictures
Zazie Beetz interpreta Emma em Nove Dias
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Zazie Beetz interpreta Emma em Nove Dias

Divulgação/Sony Pictures
Benedict Wong interpreta Kyo em Nove Dias
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Benedict Wong interpreta Kyo em Nove Dias

Divulgação/Sony Pictures

O cineasta conversou com o Metrópoles sobre a seleção do elenco para contemplar o mundo real da melhor forma. “A diversidade era muito importante para que o lugar fictício retratasse o mundo real. A casa tinha que refletir esse colorido de pessoas. Foi uma coisa intencional e pensada com os produtores”, explica.

Durante o filme acontece um processo seletivo de nove dias entre cinco almas diferentes. Do quinteto, apenas uma ganha o direito à vida e as outras desaparecem. O personagem de Duke é o dono das escolhas no local, fator que causa intrigas e coloca a premissa de justiça em discussão, com cenas fortes e emocionantes.

Segundo o diretor, é uma grande reflexão sobre os momentos enfrentados durante a vida: “O filme é uma oportunidade para você refletir e fazer releituras de momentos e relações da vida. Buscamos destacar que é importante valorizar fatos do dia a dia. Por vezes, são coisas valiosas que não damos a devida relevância”.

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Edson Oda, natural de Mogi das Cruzes (SP) e morador de Los Angeles (EUA) há 10 anos, nunca tinha trabalhado com um longa-metragem. Acostumado com curtas e comerciais, o cineasta afirma que foi o trabalho mais desafiador da carreira.

“A grandeza de um longa é intimidadora em um primeiro momento, mas depois voce pega o jeito. A transição, no sentido da dimensão, foi bem desafiadora, mas como sempre tive vontade de contar essa história e dividir com as pessoas, isso ajudou a superar as dificuldades e desafios até o lançamento do filme”, conclui.

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