De Hitchcock a Iñárritu: conheça 10 imperdíveis vencedores do Oscar

Em 90 anos de premiação, muitos filmes entraram para o rol dos clássicos, mas alguns vencedores menos conhecidos também são dignos de nota

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Kurt Krieger/Corbis via Getty Images
oscar estatueta prêmio troféu 90th Annual Academy Awards – Press Room
1 de 1 oscar estatueta prêmio troféu 90th Annual Academy Awards – Press Room - Foto: Kurt Krieger/Corbis via Getty Images

Nem todo clássico ganha o Oscar de melhor filme: O Grande Ditador (1940), A Princesa e o Plebeu (1953) e Star Wars (1977) estão entre os “esquecidos” pela Academia – ao menos na categoria principal. Ainda há célebres vencedores, como …E o Vento Levou (1939) e Titanic (1997). Entre as estatuetas consideradas erros e acertos, há produções para cinéfilo nenhum botar defeito.

A premiação lembrou, ao longo de suas nove décadas de história, grandes filmes que resistem ao teste do tempo, como O Paciente Inglês (1996), enquanto outros ficaram extremamente datados: é o caso do clássico Conduzindo Miss Daisy (1989).

Metrópoles escolheu 10 grandes longas vencedores do Oscar de melhor filme – uma produção de cada década – que merecem ser revistos.

Veja a lista dos imperdíveis na galeria:

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<strong>Rebecca, a Mulher Inesquecível</strong> (1940) é um dos mais celebrados filmes de Hitchcock. Recebeu 11 indicações ao Oscar e levou duas: melhor filme e melhor fotografia em preto e branco. Foi também a primeira nomeação do diretor ao prêmio. O inglês foi lembrado cinco vezes pela Academia, mas recebeu apenas o Oscar honorário em 1968. Rebecca é um thriller psicológico sobre uma jovem (Joan Fontaine) que se casa com um viúvo (Laurence Olivier) e se vê assombrada pelas memórias da esposa morta
Marlon Brando conquistou seu primeiro Oscar aos 31 anos, por seu papel em <strong>Sindicato de Ladrões</strong> (1954). O filme ainda levou mais sete estatuetas, inclusive na principal categoria da noite. Dirigido por Elia Kazan, o longa conta uma história de violência e corrupção nos sindicatos de estivadores em Nova Jersey
O clássico <strong>Se Meu Apartamento Falasse</strong> (1960) venceu cinco estatuetas, inclusive a de melhor diretor para Billy Wilder. O 17º longa do diretor, nascido na Galícia, na Europa Central, trata das desventuras de um jovem corretor (Jack Lemmon) da bolsa de valores que se apaixona pela ascensorista (Shirley MacLaine) do prédio onde tem um apartamento. O triângulo amoroso se completa com o chefe (Fred MacMurray) do rapaz, que está tendo um caso com a moça
<strong>O Poderoso Chefão II</strong> (1974) é um dos casos em que a sequência supera o original – tarefa fácil não era, tendo em vista que o primeiro filme ganhou três Oscars. A continuação dobrou o número de estatuetas, garantindo a de melhor diretor para Francis Ford Coppola. Essa foi, aliás, a primeira sequência a receber o Oscar de melhor filme. O longa divide a atenção do espectador em dois momentos da família Corleone: a chegada de Vito aos Estados Unidos, no início do século 20, e os negócios de Michael no fim da década de 1950
Quando começou a produção de <strong>Entre Dois Amores</strong> (1985), o diretor Sydney Pollack não queria Meryl Streep para o papel principal, por não considerá-la sexy o suficiente para viver a escritora Karen Blixen. A atriz conseguiu o papel depois de uma conversa com ele – durante a qual, reza a lenda, ela vestiu uma blusa decotada e um sutiã com enchimento. Sorte a dele: garantiu seu único Oscar como diretor e rendeu à estrela sua sexta indicação à estatueta. A trama conta a história da passagem de Blixen pela África e de seu romance com o caçador Denys Finch Hatton (Robert Redford)
O primeiro Oscar de Frank Capra lhe foi entregue por seu trabalho em <strong>Aconteceu Naquela Noite</strong> (1934), uma comédia romântica que levou todas as cinco estatuetas às quais foi indicada: roteiro adaptado, atriz, ator, diretor e filme do ano. É uma das poucas produções da história a levar os prêmios nas principais categorias da noite – somente Um Estranho no Ninho (1975) e O Silêncio dos Inocentes (1991) também atingiram essa marca. O longa conta a história do romance entre uma herdeira fujona (Claudette Colbert) e um repórter decadente (Clark Gable)
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O primeiro Oscar de Frank Capra lhe foi entregue por seu trabalho em Aconteceu Naquela Noite (1934), uma comédia romântica que levou todas as cinco estatuetas às quais foi indicada: roteiro adaptado, atriz, ator, diretor e filme do ano. É uma das poucas produções da história a levar os prêmios nas principais categorias da noite – somente Um Estranho no Ninho (1975) e O Silêncio dos Inocentes (1991) também atingiram essa marca. O longa conta a história do romance entre uma herdeira fujona (Claudette Colbert) e um repórter decadente (Clark Gable)

Columbia Pictures/Divulgação
<strong>Rebecca, a Mulher Inesquecível</strong> (1940) é um dos mais celebrados filmes de Hitchcock. Recebeu 11 indicações ao Oscar e levou duas: melhor filme e melhor fotografia em preto e branco. Foi também a primeira nomeação do diretor ao prêmio. O inglês foi lembrado cinco vezes pela Academia, mas recebeu apenas o Oscar honorário em 1968. Rebecca é um thriller psicológico sobre uma jovem (Joan Fontaine) que se casa com um viúvo (Laurence Olivier) e se vê assombrada pelas memórias da esposa morta
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Rebecca, a Mulher Inesquecível (1940) é um dos mais celebrados filmes de Hitchcock. Recebeu 11 indicações ao Oscar e levou duas: melhor filme e melhor fotografia em preto e branco. Foi também a primeira nomeação do diretor ao prêmio. O inglês foi lembrado cinco vezes pela Academia, mas recebeu apenas o Oscar honorário em 1968. Rebecca é um thriller psicológico sobre uma jovem (Joan Fontaine) que se casa com um viúvo (Laurence Olivier) e se vê assombrada pelas memórias da esposa morta

Selznick International/Divulgação
Marlon Brando conquistou seu primeiro Oscar aos 31 anos, por seu papel em <strong>Sindicato de Ladrões</strong> (1954). O filme ainda levou mais sete estatuetas, inclusive na principal categoria da noite. Dirigido por Elia Kazan, o longa conta uma história de violência e corrupção nos sindicatos de estivadores em Nova Jersey
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Marlon Brando conquistou seu primeiro Oscar aos 31 anos, por seu papel em Sindicato de Ladrões (1954). O filme ainda levou mais sete estatuetas, inclusive na principal categoria da noite. Dirigido por Elia Kazan, o longa conta uma história de violência e corrupção nos sindicatos de estivadores em Nova Jersey

Horizon Pictures/Divulgação
O clássico <strong>Se Meu Apartamento Falasse</strong> (1960) venceu cinco estatuetas, inclusive a de melhor diretor para Billy Wilder. O 17º longa do diretor, nascido na Galícia, na Europa Central, trata das desventuras de um jovem corretor (Jack Lemmon) da bolsa de valores que se apaixona pela ascensorista (Shirley MacLaine) do prédio onde tem um apartamento. O triângulo amoroso se completa com o chefe (Fred MacMurray) do rapaz, que está tendo um caso com a moça
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O clássico Se Meu Apartamento Falasse (1960) venceu cinco estatuetas, inclusive a de melhor diretor para Billy Wilder. O 17º longa do diretor, nascido na Galícia, na Europa Central, trata das desventuras de um jovem corretor (Jack Lemmon) da bolsa de valores que se apaixona pela ascensorista (Shirley MacLaine) do prédio onde tem um apartamento. O triângulo amoroso se completa com o chefe (Fred MacMurray) do rapaz, que está tendo um caso com a moça

The Mirisch Corporation/Divulgação
<strong>O Poderoso Chefão II</strong> (1974) é um dos casos em que a sequência supera o original – tarefa fácil não era, tendo em vista que o primeiro filme ganhou três Oscars. A continuação dobrou o número de estatuetas, garantindo a de melhor diretor para Francis Ford Coppola. Essa foi, aliás, a primeira sequência a receber o Oscar de melhor filme. O longa divide a atenção do espectador em dois momentos da família Corleone: a chegada de Vito aos Estados Unidos, no início do século 20, e os negócios de Michael no fim da década de 1950
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O Poderoso Chefão II (1974) é um dos casos em que a sequência supera o original – tarefa fácil não era, tendo em vista que o primeiro filme ganhou três Oscars. A continuação dobrou o número de estatuetas, garantindo a de melhor diretor para Francis Ford Coppola. Essa foi, aliás, a primeira sequência a receber o Oscar de melhor filme. O longa divide a atenção do espectador em dois momentos da família Corleone: a chegada de Vito aos Estados Unidos, no início do século 20, e os negócios de Michael no fim da década de 1950

Paramount/Divulgação
Quando começou a produção de <strong>Entre Dois Amores</strong> (1985), o diretor Sydney Pollack não queria Meryl Streep para o papel principal, por não considerá-la sexy o suficiente para viver a escritora Karen Blixen. A atriz conseguiu o papel depois de uma conversa com ele – durante a qual, reza a lenda, ela vestiu uma blusa decotada e um sutiã com enchimento. Sorte a dele: garantiu seu único Oscar como diretor e rendeu à estrela sua sexta indicação à estatueta. A trama conta a história da passagem de Blixen pela África e de seu romance com o caçador Denys Finch Hatton (Robert Redford)
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Quando começou a produção de Entre Dois Amores (1985), o diretor Sydney Pollack não queria Meryl Streep para o papel principal, por não considerá-la sexy o suficiente para viver a escritora Karen Blixen. A atriz conseguiu o papel depois de uma conversa com ele – durante a qual, reza a lenda, ela vestiu uma blusa decotada e um sutiã com enchimento. Sorte a dele: garantiu seu único Oscar como diretor e rendeu à estrela sua sexta indicação à estatueta. A trama conta a história da passagem de Blixen pela África e de seu romance com o caçador Denys Finch Hatton (Robert Redford)

Universal/Divulgação
<strong>O Silêncio dos Inocentes</strong> (1991) venceu as cinco principais categorias do Oscar no ano seguinte, rendendo, inclusive, uma estatueta para Anthony Hopkins e outra para Jodie Foster, por suas brilhantes atuações. O longa mostra a parceria entre a detetive Clarice Starling e o psiquiatra canibal Hannibal Lecter para tentar encontrar outro assassino em série
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O Silêncio dos Inocentes (1991) venceu as cinco principais categorias do Oscar no ano seguinte, rendendo, inclusive, uma estatueta para Anthony Hopkins e outra para Jodie Foster, por suas brilhantes atuações. O longa mostra a parceria entre a detetive Clarice Starling e o psiquiatra canibal Hannibal Lecter para tentar encontrar outro assassino em série

Strong Heart/Demme Production/Divulgação
A década de 1960 teve quatro musicais premiados com o Oscar de melhor filme: o último foi Oliver! (1968). O jejum de mais de 30 anos foi quebrado com <strong>Chicago</strong> (2002), releitura do clássico da Broadway dirigida por Rob Marshall e estrelada por Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones e Richard Gere. O musical retrata a prisão feminina de Chicago e suas duas presidiárias mais notórias, Velma Kelly e Roxie Hart, que brigam para conseguir as manchetes dos jornais
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A década de 1960 teve quatro musicais premiados com o Oscar de melhor filme: o último foi Oliver! (1968). O jejum de mais de 30 anos foi quebrado com Chicago (2002), releitura do clássico da Broadway dirigida por Rob Marshall e estrelada por Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones e Richard Gere. O musical retrata a prisão feminina de Chicago e suas duas presidiárias mais notórias, Velma Kelly e Roxie Hart, que brigam para conseguir as manchetes dos jornais

Miramax/Divulgação
<a href="https://www.netflix.com/title/70071613" target="_blank"><strong>Onde os Fracos Não Têm Vez</strong></a> venceu não só a principal categoria do Oscar, mas também rendeu as estatuetas de melhor direção para os irmãos Coen e a de melhor ator a Javier Bardem. Este foi o segundo filme na história que levou o prêmio para uma dupla de diretores; Amor, Sublime Amor (1961), realizado por Jerome Robbins e Robert Wise, foi o primeiro. Essa é uma regra rígida da Academia que evita que produtores levem o crédito: só se abrem exceções para duplas conhecidas por seus trabalhos em conjunto
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Onde os Fracos Não Têm Vez venceu não só a principal categoria do Oscar, mas também rendeu as estatuetas de melhor direção para os irmãos Coen e a de melhor ator a Javier Bardem. Este foi o segundo filme na história que levou o prêmio para uma dupla de diretores; Amor, Sublime Amor (1961), realizado por Jerome Robbins e Robert Wise, foi o primeiro. Essa é uma regra rígida da Academia que evita que produtores levem o crédito: só se abrem exceções para duplas conhecidas por seus trabalhos em conjunto

Paramount/Divulgação
O primeiro filme completamente digital a levar o principal Oscar foi <a href="https://www.netflix.com/title/80000643" target="_blank"><strong>Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</strong></a> (2014), de Alejandro G. Iñárritu. Com praticamente todas as cenas em plano-sequência, o longa levou apenas dois meses para ser gravado e curtos 15 dias de edição: nesta produção, a demora maior foi na conclusão do roteiro, que não poderia ter cenas cortadas. Edward Norton e Michael Keaton fizeram uma contagem de erros dos atores durante as filmagens: Emma Stone foi quem errou mais, Zach Galifianakis errou menos
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O primeiro filme completamente digital a levar o principal Oscar foi Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2014), de Alejandro G. Iñárritu. Com praticamente todas as cenas em plano-sequência, o longa levou apenas dois meses para ser gravado e curtos 15 dias de edição: nesta produção, a demora maior foi na conclusão do roteiro, que não poderia ter cenas cortadas. Edward Norton e Michael Keaton fizeram uma contagem de erros dos atores durante as filmagens: Emma Stone foi quem errou mais, Zach Galifianakis errou menos

New Regency/Divulgação

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