3 Obás de Xangô celebra união de Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé
Longa mostra como a arte de três grandes nomes se entrelaça à cultura e à espiritualidade baiana, especialmente ao candomblé

O documentário 3 Obás de Xangô, dirigido e roteirizado por Sérgio Machado, é uma imersão na amizade e na obra de Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé, artistas que ajudaram a consolidar o imaginário da Bahia. Com narração sensível de Lázaro Ramos e participações de amigos e familiares, o longa mostra como a arte desses três grandes nomes se entrelaça à cultura e à espiritualidade do estado, especialmente ao candomblé.
O título Obá de Xangô foi criado em 1936 por Mãe Aninha, fundadora do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, e é concedido aos protetores do templo. Amado, Caymmi e Carybé receberam a honraria de Mãe Senhora, terceira Iyalorixá do terreiro, e transformaram a arte em meio de expressão de espiritualidade e identidade cultural.

O documentário destaca a resiliência do povo do candomblé, a força das mulheres e a presença constante do mar, elementos recorrentes nas obras do trio. Livros, canções, pinturas e esculturas são apresentados como registros de um modo de estar no mundo que influencia gerações de artistas até hoje.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles3 Obás de Xangô já foi premiado com o Grande Otelo de Melhor Longa-Metragem Documentário, o Redentor de Melhor Documentário no Festival do Rio e o Prêmio do Público de Melhor Documentário Brasileiro na Mostra de São Paulo. Em 2024, também foi eleito melhor filme pelo Júri Popular da Mostra de Cinema de Tiradentes.
Veja o trailer:
O longa é uma coprodução entre Coqueirão, Janela do Mundo, Globo Filmes e GloboNews, com patrocínio da Global Participações em Energia, e distribuição da Gullane+.



